Aos 38 anos, ela equilibra o caos da vida com o controle absoluto sobre dois amantes, orquestrando gemidos e toques em uma sinfonia de prazer cru e poder consentido. Uma noite de quinta-feira no apartamento marca o início de um trio planejado nos mínimos detalhes.
Eu nunca pensei que confessaria isso aqui, mas o tesão que me consome é esse controle absoluto sobre dois corpos ao mesmo tempo, orquestrando cada gemido, cada toque, como se eu fosse a maestra de uma sinfonia suja e proibida. Aos 38 anos, com minha vida agitada de reuniões e academia que me deixa com músculos definidos e uma postura que impõe respeito, eu busco isso pra equilibrar o caos: dominar, guiar, fazer eles se renderem ao meu ritmo. Não é só sexo; é poder, é ver nos olhos deles aquela entrega consentida, sem drama, só prazer cru. E foi com Victor e a outra Lara que isso explodiu de verdade, um trio que planejei nos mínimos detalhes, porque bagunça não rola no meu mundo.
Tudo começou numa noite de quinta-feira, depois de um dia exaustivo no escritório. Eu tava no meu apartamento, o ar condicionado zumbindo baixo, o cheiro do meu perfume de jasmim misturado com o café que eu tomava forte pra me manter afiada. Mandei mensagem pros dois: Victor, aquele homem de 45 anos com corpo atlético e fios grisalhos que me atraem pela maturidade confiante, e Lara, a trans de 28 com presença magnética, musculosa e olhos verdes que desafiam qualquer um. Eles sabiam das regras desde o primeiro papo no app, nada de violência extrema, tudo consentido, e eu no comando. "Venham pra cá às 9. Portas trancadas, roupas mínimas. E lembrem: é meu jogo", escrevi, sentindo o calor subir entre as pernas só de imaginar.
Victor chegou primeiro, pontual como sempre, com sua camisa social desabotoada revelando o peito moreno claro e definido da academia. Ele tem 180 cm de altura, postura ereta que transmite segurança, mas eu via nos olhos verdes amendoados dele aquela faísca de submissão que ele nega em público. "Lara, você tá linda como sempre", disse ele, com aquele sorriso confiante, me entregando uma garrafa de vinho tinto. O cheiro dele invadiu o espaço, colônia amadeirada misturada com um leve suor do trânsito. Eu o puxei pra dentro, minha mão no peito dele, sentindo o coração bater mais rápido sob meus dedos. "Sente-se no sofá e espere. Sem toques até eu mandar", ordenei, minha voz baixa e firme, enquanto eu me movia pela sala com a saia lápis justa abraçando minhas curvas atléticas. Minha pele morena clara brilhava sob a luz baixa, o cabelo castanho ondulado caindo nos ombros, e a tatuagem de serpente no pulso esquerdo pareciam pulsar com o tesão que crescia.
Ele obedeceu, pernas abertas no sofá de couro preto, o jeans justo marcando o volume que eu sabia ser generoso, uns 16 cm retos, aparados, pronto pra ser usado como eu quisesse. Eu me sentei na poltrona oposta, cruzando as pernas devagar, deixando a blusa justa realçar meus seios firmes. "Me conte o que você espera dessa noite, Victor", perguntei, construindo a tensão com palavras, porque o slow build-up é o que me deixa louca. Ele engoliu em seco, o som audível no silêncio da sala. "Quero te agradar, Lara. Guiar e ser guiado, como a gente combinou". Seus olhos desceram pros meus lábios cheios, depois pras minhas coxas expostas. Eu sorri, sentindo minha buceta já úmida, com os lábios médios inchando de expectativa, o clitóris proeminente latejando contra a calcinha fina. Mas nada de pressa; eu queria que ele suasse um pouco.
A campainha tocou, e eu me levantei devagar, o salto clicando no piso de madeira. Era Lara, a outra, com 180 cm de pura presença, corpo mesomorfo musculoso, ombros largos e jeans skinny que colava nas pernas fortes. Seu cabelo castanho escuro ondulado caía solto, os olhos verdes penetrantes me medindo de cima a baixo. Pele morena oliva, tatuagem de loba no antebraço direito brilhando sob a luz do hall, e um piercing na sobrancelha esquerda que dava um ar selvagem. "Pronta pro furacão?", ela perguntou, voz rouca e assertiva, mas eu via o brilho de curiosidade nos olhos, ela era dominante por natureza, mas topava o desafio de se render a mim por uma noite. O cheiro dela era mais cru, perfume cítrico misturado com algo animal, suor fresco de quem veio correndo.
"Entre e feche a porta", mandei, puxando-a pelo braço, sentindo os músculos definidos sob a pele. Victor se mexeu no sofá, olhos vidrados na gente. Eu as levei pra sala, posicionando Lara de pé ao lado dele, minhas mãos nas cinturas dos dois, marcando território. "Regras: eu comando. Vocês tocam só quando eu disser. E tudo com respeito, sem invasões". Eles assentiram, o ar ficando pesado, o som das respirações acelerando como um prelúdio. Sentei entre eles no sofá agora, Victor à minha esquerda, Lara à direita, o couro rangendo sob nosso peso. Minha mão direita subiu pela coxa de Lara, sentindo o calor através do jeans, enquanto a esquerda traçava o peito de Victor. "Tirem as camisas. Devagar", ordenei.
Victor obedeceu primeiro, desabotoando a camisa com dedos que tremiam levemente, revelando o torso atlético, músculos se contraindo sob a pele morena. O cheiro de sua colônia se intensificou, misturando com o vinho que eu servia agora em taças. Lara seguiu, tirando o top colado, expondo os ombros largos e o sutiã esportivo que mal continha os peitos firmes. Seus olhos me desafiavam, mas ela parou, esperando. Eu me inclinei pra Victor, beijando seu pescoço, sentindo o gosto salgado da pele, o pulsar da veia sob meus lábios. "Você gosta de ser guiado, né? Me mostra como", sussurrei, e ele gemeu baixo, mão subindo pras minhas costas. Mas eu parei: "Não. Mãos quietas".
A tensão subia como uma corda esticada. Virei pra Lara, traçando o piercing na sobrancelha com o dedo, depois descendo pro pescoço dela, sentindo o calor da pele oliva. "E você? Topa se entregar?", perguntei, voz baixa. Ela assentiu, olhos flamejando. "Por você, sim". Meu coração batia forte, a buceta encharcada agora, os pelos aparados roçando a umidade que escorria. Levantei, puxando os dois pela mão pro quarto, o ar mais quente lá, cheiro de lençóis frescos e velas de baunilha que eu acendi. A cama king size esperava, lençóis pretos contrastando com a luz amarelada do abajur.
"Victor, deite de costas. Lara, ajoelhe ao lado dele", mandei, tirando minha blusa devagar, deixando os seios livres, mamilos endurecidos pelo ar fresco. Ele se deitou, pau já semi-duro marcando o jeans, uns 11 cm de grossura que eu imaginava pulsando. Lara ajoelhou, corpo musculoso tenso, e eu me posicionei entre eles, mãos explorando. Tirei a camisa de Victor completamente, beijando seu peito, chupando um mamilo enquanto minha mão descia pro zíper dele. O som do zíper abrindo ecoou, e eu liberei o pau dele, reto, 16 cm, prepúcio cobrindo a glande rosada, veias saltadas. "Bom menino", murmurei, lambendo a ponta, gosto salgado na língua, enquanto olhava pra Lara. "Toque ele. Mas devagar".
Ela obedeceu, mão possessiva envolvendo o pau de Victor, masturbando devagar, os olhos dela nos meus pedindo aprovação. Ele gemeu, "Porra, Lara...", corpo arqueando. Eu ri baixo, subindo pra beijá-lo, língua invadindo a boca dele, enquanto minha mão ia pra calça de Lara. Desabotoei, baixando o jeans, expondo o pau dela, também 16 cm, reto e grosso, aparado, endurecendo sob meu toque. O cheiro de excitação masculina encheu o quarto, misturado com meu próprio, úmido e doce. "Vocês são meus agora", disse, voz rouca, sentindo o poder me invadir como uma onda.
A escalada veio rápida agora. Eu me despi completamente, saia caindo, calcinha encharcada revelando minha buceta, lábios médios inchados, clitóris proeminente latejando, umidade escorrendo pelas coxas. Deitei de costas na cama, puxando Victor pra cima de mim. "Me coma devagar. Lara, chupe meus peitos e toque ele por trás". Ele entrou em mim, pau deslizando na umidade alta, preenchendo meu canal médio com estocadas controladas, o som molhado ecoando. "Ai, isso... devagar, Victor, como eu gosto", gemi, unhas cravando nas costas dele sem machucar, só marcando. Lara se inclinou, boca quente nos meus seios, chupando mamilos com fome, mão atrás de Victor, masturbando o cu dele levemente, como combinamos, BDSM leve, só tensão, sem dor.
O quarto girava com sons: gemidos abafados, pele batendo devagar no início, respiração pesada. Eu orquestrava: "Mais forte agora, Victor. Lara, vem pra cá, me deixa chupar você". Ele acelerou, pau me fodendo com ritmo, glande batendo no fundo, me levando ao limite. Puxei Lara, pau dela na minha boca, sugando devagar, gosto pré-gozo salgado na língua, enquanto Victor me penetrava. Monólogo interno: porra, isso é o paraíso, eles se rendendo, meu corpo no controle, tesão explodindo. Mudei posição, montando Victor, buceta engolindo o pau dele inteira, balançando quadris com autoridade, músculos das coxas flexionando. "Lara, fode minha boca", mandei, e ela se posicionou, pau deslizando entre meus lábios cheios, eu chupando com voracidade.
A tensão virou explosão. Victor gemia, "Lara, você é incrível... me fode assim". Eu cavalgava mais rápido, clitóris roçando na base do pau dele, ondas de prazer subindo. Lara empurrava na minha boca, mãos no meu cabelo ondulado, mas eu controlava o ritmo, parando pra ordenar: "Toquem um no outro agora. Victor, chupa o pau dela". Ele obedeceu, virando, boca envolvendo a glande de Lara, som de sucção molhada me deixando ainda mais louca. Eu me toquei, dedos na buceta escorrendo, enquanto via eles, o homem maduro chupando a trans jovem, ambos sob meu comando. "Porra, isso... gozem pra mim", sussurrei, voz entrecortada.
O clímax veio como um furacão. Victor se ergueu, me penetrando de novo por trás enquanto eu chupava Lara de quatro na cama. Seu pau batia fundo, bolas chapinhando na minha pele, suor escorrendo, cheiro de sexo preenchendo tudo. "Fode mais, Victor! Lara, goza na minha boca", ordenei, e ela explodiu primeiro, jatos quentes de porra na minha língua, eu engolindo com gemido, gosto amargo e salgado. Victor veio logo, enchendo minha buceta, "Ai, caralho, Lara!", corpo tremendo contra o meu. Eu gozei por último, ondas convulsivas me rasgando, clitóris pulsando, umidade misturando com a porra dele escorrendo pelas coxas. Frases curtas na mente: Gozando. Delícia. Meu.
Caímos na cama, corpos entrelaçados, suor frio agora na pele, respirações ofegantes acalmando. Eu no meio, braços ao redor deles, sentindo a saciedade profunda, como se o mundo tivesse parado no meu controle. "Vocês foram perfeitos", murmurei, beijando a testa de Victor, depois os lábios de Lara. Nenhum drama, só o afterglow consentido, o cheiro de sexo pairando como prova. Naquela noite, meu fetiche se realizou, dominação total, prazer sem culpa, e eu, no auge, pronta pra mais.
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