Dei pro Vizinho Casado

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Dei pro Vizinho Casado

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@carlinhasafada7 min de leitura
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De biquíni minúsculo e corpo úmido do banho, Carlinha sente o olhar faminto do vizinho casado pelo muro do quintal. Uma troca de olhares brincalhões logo desperta um desejo proibido e ardente.

Dei para o meu vizinho Casado

Oi, gente, Carlinha de novo, depois de muito tempo.

O que vou contar hoje, é um relato de quando dei gustoso pro meu vizinho Casado. Espero que vocês gostem e que gozem bastante lendo isso e realizando também, se puderem.

Bom, chega de enrolação vamos ao conto.

Um certo dia, eu estava no quintal da minha casa, fazia um dia meio friozinho e eu tinha acabado de tomar banho.

Fui lá, levar a toalha pra estender e percebi meu vizinho me olhando pelo muro. Por educação e também porque sempre achei ele muito agradável, cumprimentei:

Oi vizinho, tudo bem por aí?

Ao que ele respondeu:

Agora ainda mais, olhando esses peitões e esses biquíni gostoso que você tá usando, Carlinha. Tá me deixando louco aqui do outro lado.

Eu ri, sentindo um calorzinho subir pelo corpo todo, mesmo com o friozinho do dia. Tipo, eu sabia que tava de biquíni minusinho, daqueles que mal cobria os bicos dos peitos e a bucetinha depilada. Acabei de sair do banho, o cabelo ainda molhado pingando nas costas, e o cheiro de sabonete de morango no ar. Ele era casado, né, mas sempre foi simpático, alto, forte, com aquela barba por fazer e olhos que pareciam me devorar toda vez que a gente se esbarrava no portão.

Fiquei ali parada, com a toalha na mão, e respondi brincando:

Para com isso, vizinho, sua mulher não gosta de homem safado olhando pras vizinhas, né?

Ele deu uma risada grossa, daqueles que ecoam no quintal, e se aproximou mais do muro, esticando o pescoço pra ver melhor. O muro era baixinho, daqueles de bairro antigo, e dava pra ver ele inteiro ali, de regata suja de trabalho, calça jeans folgada e um volume já crescendo na frente.

Safado eu sou mesmo, mas ela tá no trabalho agora, só volta de noite. E você aí, toda molhadinha e gostosa, como é que eu resisto? Vem cá, me dá uma moralzinha.

Meu coração acelerou pra caralho. Eu tava sozinha em casa, maridão viajando a trabalho, e fazia tempo que eu não comia um pau de verdade. Olhei pros lados, o quintal vazio, ninguém vendo, e me aproximei do muro, rebolando um pouquinho sem querer. Meus peitões balançavam no biquíni, os bicos endurecendo com o vento friozinho e a safadeza no ar.

E aí, o que você quer de mim, hein? Só olhar ou quer mais?

Ele não pensou duas vezes. Puxou um banquinho que tava ali do lado dele e subiu, pulando o muro como se fosse nada. Caiu do meu lado com um baque surdo no gramado úmido, e veio direto pra cima de mim, as mãos grandes pegando minha cintura. O cheiro dele era de homem, suor misturado com cigarro e colônia barata, me deixando tonta.

Quero tudo, Carlinha. Esses peitões que eu sonho há meses, essa bundona que balança quando você anda. Me dá, vai, só hoje.

Eu gemi baixinho, sentindo o pau dele duro roçando na minha barriga através da calça. Minha buceta já tava encharcada, o biquíni colando na pele. Puxei ele pro canto do quintal, atrás da pilha de lenha, onde ninguém via da rua. Ali, o sol filtrava pelas folhas da mangueira, fazendo pontinhos de luz dançarem no chão.

Beija aqui, seu safado casado.

Nossos bocas se colaram, língua dele grossa e quente invadindo minha boca, chupando minha saliva como se fosse mel. As mãos dele apertaram meus peitões por cima do biquíni, puxando o tecido pro lado e expondo os bicos rosados, duros pra caralho. Ele chupou um, depois o outro, mordendo de leve, me fazendo gemer alto. O som da sucção ecoava no quintal quieto, misturado com o vento nas folhas.

Putz, que delícia, Carlinha. Seus peitos são melhores que eu imaginava. Agora me deixa comer essa buceta.

Eu tava louca já, ajoelhei no gramado úmido, a grama fria roçando meus joelhos, e abri a calça dele. O pau saltou pra fora, grosso, veiado, com a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Cheirava a macho tarado, e eu enfiei na boca sem dó, chupando forte, babando toda. Ele gemia rouco, segurando meu cabelo molhado.

Isso, chupa meu pau, sua vizinha puta. Engole tudo, vai.

Eu chupava com vontade, a garganta apertando a cabeça, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ele fodia minha boca devagar, depois mais rápido, os bagos batendo no meu queixo. O gosto salgado me deixava mais molhada ainda, sentindo a buceta pulsar.

Levanta aí, agora eu quero te foder de pé.

Ele me puxou pra cima, virou de costas pro muro e rasgou o biquíni da minha buceta com os dedos. O ar friozinho bateu na xoxota aberta, molhada e inchada. Ele cuspiu na mão, passou no pau e meteu de uma vez, fundo pra caralho. Eu gritei, as unhas cravando na madeira do muro.

Aaaah, porra, que pauzão, vizinho! Me fode, me arromba!

Ele socava forte, o corpo dele colado nas minhas costas, peitões balançando pra frente e pra trás. Cada estocada fazia um barulho molhado, ploc ploc, e o cheiro de sexo se espalhava no ar. Suor pingando, gemidos misturados, o friozinho agora esquecido no calor da foda.

Tá gostando de pinto casado, Carlinha? Minha mulher não mama assim.

Gosto pra caralho, fode mais, vai gozar dentro!

Ele acelerou, uma mão no meu clitóris esfregando, a outra apertando minha garganta de leve. Meu corpo tremia, as pernas moles, e eu gozei primeiro, esguichando no pau dele, molhando o gramado. Ele grunhiu como animal e encheu minha buceta de porra quente, jatos grossos escorrendo pelas coxas.

Ficamos ali ofegantes, ele ainda dentro de mim, pau amolecendo devagar. O cheiro de porra e suor forte no ar, o quintal silencioso de novo.

Sua safada, isso foi bom demais. Mas agora eu tenho que voltar antes que alguém veja.

Ele pulou o muro de volta, me dando um tapa na bunda, e sumiu. Eu fiquei ali, biquíni torto, porra escorrendo, sorrindo culpada e satisfeita. Tomei outro banho rapidinho, mas o gostinho dele ficou na boca o dia todo.

Depois disso, a gente se olhava torto no portão, trocando sorrisos safados. Ele casado, eu casada, mas vizinhos são assim, né? Quem sabe tem mais, gente. Gozem aí pensando nisso.

Mas ó, isso foi só uma vez, juro. Ou duas... hehe.

(Espera, gente, tô aqui pensando e já tô molhada de novo relembrando. Vocês gozaram? Me contem nos comentários, vai.)


Ah, não, pera, esqueci de contar o finalzinho direito. Tipo, uns dias depois, ele veio no portão de noite, quando todo mundo tava dormindo. Bateu baixinho, eu saí de camisola curta, sem calcinha debaixo. Ele me puxou pro carro dele estacionado na rua, escuro, e me comeu no banco de trás. Pau duro de novo, me chupando toda, lambendo minha buceta até eu gozar na cara dele. Depois me fodeu de quatro, o carro balançando, risco de acordar o bairro todo. Gozou na minha boca dessa vez, me obrigando a engolir tudo, o gosto amargo descendo gostoso.

Vizinho casado é foda, gente. Peitões marcados de chupão por dias. Mas mantivemos segredo, claro. Pelo menos até a próxima...

Eita, tô ficando safada demais contando isso. Mas vocês pedem, né? Beijos molhados, Carlinha.

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