Incesto Mãe-Filho na Pandemia

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Incesto Mãe-Filho na Pandemia

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Após a tragédia da perda do marido na covid, Dalva e seu filho Lucas transformam o isolamento em uma paixão proibida e avassaladora que consome suas vidas.

MÃE & FILHO

RELATO ESPETACULAR QUE VALE CADA MINUTO DE SUA ATENÇÃO!

Talvez seja a maior história que vocês vão ler por aqui, mas não dá pra cortar absolutamente nada.

História real ocorrida no ano de 2020 pra 2021, de uma tragédia que se tornou a experiência mais louca e excitante da vida de uma mãe e seu filho.

Eu poderia muito bem dividir meu testemunho pessoal em 3 ou 4 partes, mas resolvi contar tudo de uma só vez!

Quem se cansar, basta voltar de onde parou!

Meu nome é Dalva, tenho 43 anos, 1,70cm, cabelo cacheado até quase a cintura, morena baiana, corpo naturalmente bonito sem precisar de academia, como todas minhas irmãs eu me casei bem novinha com apenas 16 aninho. Casei com o Zé, um pescador forte e trabalhador de Itacaré, aqui na Bahia mesmo, e logo veio meu filhote, o Lucas, que hoje tá com 25 aninhos, alto pra caralho tipo 1,85m, magro mas com aqueles músculos de quem joga bola na praia o dia todo, cabelo raspadinho nas laterais, moreno claro, olhos verdes que puxou do avô. Ele é daqueles quietinhos, mas safado no fundo, véi, tipo que você nem imagina o que tá pensando.

A tragédia veio do nada, no auge dessa porra de pandemia em 2020. O Zé pegou covid feio, tava tossindo sangue em casa, a gente isolado sem poder ir pro hospital direito, e em duas semanas ele se foi. Putz, que dor no peito, eu chorava dia e noite abraçada no Lucas, que tava perdido também, largou o trampo de garçom na pousada e ficou em casa comigo. A gente vendia peixe que os vizinhos deixavam na porta, vivia trancado, mas o tesão... ah, o tesão ia acumulando sabe? Eu via o Lucas de short folgado, o volume ali na frente balançando quando ele andava, e pensava "Dalva, tu tá louca, é teu filho porra", mas meu corpo queimava, faz tempo que não comia um rola decente desde que o Zé adoeceu.

Meses se passaram, a gente tava afundado em tristeza, casa pequena cheirando a mofo e peixe frito, até que um dia o Lucas falou: "Mãe, a gente precisa sair dessa prisão, vamos pra mata, acampar na cachoeira do rio que o pai levava a gente quando eu era pivete?". Eu topei na hora, véi, qualquer coisa pra respirar ar puro. Pegamos a velha barraca do Zé, rede, isqueiro, umas latas de sardinha, cachaça barata e partimos de busão até o ponto mais perto da trilha, em 2021, primavera quentinha, sol rachando.

A trilha era daquelas selvagens, subindo morro com mato roçando na perna, cheiro de terra molhada e flor silvestre, pássaros gritando pra caralho. Eu de short jeans curto que apertava na bunda, regata branca suando e marcando os peitos, sutiãzinho fino, sandália que já tava fudida. Lucas na frente, mochila nas costas, short de tactel azul que grudava no suor, mostrando a sunga por baixo. Paramos pra beber água de um riacho, ele se abaixou e eu vi o suor escorrendo pelas costas dele, putz, meu coração acelerou. "Mãe, tá quente pra caralho né?", ele disse rindo, tirando a camisa e jogando água na cara, o peito liso brilhando, mamilos durinhos do frio da água. Eu ri nervosa, "É sim filhote, mas aguenta que a cachoeira tá logo ali".

Chegamos no fim da tarde no paraíso: uma clareira com a cachoeira caindo num poço cristalino, pedras lisas ao redor, mata fechada, ninguém por perto porque era trilha proibida pros turistas na pandemia. Armamos a barraca rapidinho, rede entre duas árvores, fogueira com gravetos secos. O sol se pondo, céu laranja, cheiro de fumaça misturado com o frescor da água. Tomamos um gole de cachaça, comemos sardinha na lata fria, rindo de memórias do Zé. "Saudade dele mãe...", Lucas disse, olhos vermelhos. Eu abracei ele, sentindo o cheiro dele de suor homem misturado com sabonete barato, o pau dele meia bomba encostando na minha coxa por acidente, ou não? "Eu também filhote, mas a gente tem que viver né?", falei baixinho, mão nas costas dele descendo devagar.

Noite caiu preta, estrelas piscando forte sem poluição da cidade, som da cachoeira como música. Deitamos na rede juntos porque a barraca tava pequena pra dois, cobertor fino por cima. O balanço da rede era gostoso, corpos colados de lado, perna dele na minha, calor subindo. Eu tava sem sutiã agora, só a regata úmida, peitos pesados roçando no braço dele. "Mãe, tu é linda pra caralho, o pai tinha sorte", ele murmurou do nada, voz rouca. Meu coração parou, "Para com isso Lucas, sou tua mãe...", mas minha mão foi pro peito dele, sentindo o coração batendo forte. Ele virou pra mim, rosto perto, cheiro de cachaça na boca, e me beijou. Porra, que beijo molhado, língua grossa enfiando na minha boca, mãos apertando minha bunda por cima do short. Eu gemi alto, "Não filhote, isso é errado...", mas tava pingando embaixo, buceta inchada latejando.

Ele não parou, puxou minha regata pra cima, chupando meu peito direito, mordendo o mamilo duro como pedra, sugando forte que doía gostoso. "Mãe, eu te quero desde moleque, via tu se trocando e batia punheta pensando em ti", confessou ofegante. Eu tava louca, tirei o short dele, peguei o pauzão latejando, vei 20cm fácil, grosso, veias pulsando, cabeça vermelha babando pré-gozo cheirando forte a macho. "Porra Lucas, que rola monstra, teu pai nem tinha metade", falei safada, masturbando devagar, sentindo a textura quente e macia na mão. Ele gemeu "Ah mãe, fode minha mão...", enfiou os dedos no meu short, rasgando a calcinha fina, dois dedos grossos direto na buceta molhada, fodendo pra dentro e fora, polegar no clitóris inchado.

A gente rolou da rede pro chão macio de folhas secas, lua iluminando tudo, ar fresco da noite arrepiando a pele suada. Ele me pôs de quatro, bunda empinada pro céu estrelado, cheiro de terra e sexo no ar. Lambeu minha bunda inteira, língua no cu piscando, depois na buceta raspando os beiços grossos, chupando o mel que escorria pelas coxas. "Que delícia mãe, tua xota é tão apertadinha e molhada, cheira a puta baiana", rosnou. Eu rebolava na cara dele, "Lambe mais filhote, mama tua mãe direito!". Ele se posicionou atrás, rola na entrada, esfregando na umidade, e meteu devagar, centímetro por centímetro esticando minha parede, gemendo "Tá quentinha pra caralho por dentro, mãe...". Eu gritei de prazer, "Vai filhote, fode tua mãe ao ar livre, enche de porra!".

Ele bombava forte agora, pele batendo na pele ecoando na mata, cachoeira abafando os gemidos altos. Suor pingando das costas dele nas minhas nádegas, texturas colando, cheiro de sexo cru misturado com floresta. Virou eu de frente, pernas abertas no colo dele, pau entrando fundo batendo no colo do útero, peitos balançando na cara dele que chupava alternando. "Olha pra mim mãe, te amo pra caralho enquanto te fodo", olhos nos meus, intensidade louca. Eu gozei primeiro, buceta apertando o pau dele como luva, jatos quentes escorrendo, corpo tremendo no chão úmido. Ele segurou, "Ainda não mãe, quero te encher...", acelerou, bolas batendo no meu cu, e gozou gritando, porra grossa e quente enchendo tudo, vazando pelas coxas misturado com meu mel.

Ficamos ali ofegantes, abraçados na grama fria, estrelas testemunhando nossa loucura. Mas não parou aí, véi. No dia seguinte, amanheceu solzão, a gente nu na rede, pau dele meia bomba na minha mão. Fomos pro poço da cachoeira, água gelada batendo na pele quente. Ele me encostou na pedra lisa, água caindo nos peitos, e me comeu de pé, pernas enroladas na cintura dele, pau subindo e descendo na água rasa, bolhas subindo com cada estocada. "Aqui na cachoeira mãe, ninguém vê, fode sem medo", ria safado. Eu mordia o ombro dele, unhas cravadas nas costas, gozando de novo com a frieza da água contrastando o calor da foda.

Passamos três dias assim, pura putaria ao ar livre. De manhã no rio pescando de sunga, ele me comendo na margem lamacenta, lama grudando nas coxas. Tarde na sombra da árvore, eu chupando o pau dele devagar, engolindo até a garganta, cuspe escorrendo, ele babando no meu cabelo cacheado. Noite na fogueira, de cu pro ar, ele metendo no meu rabo virgem pela primeira vez, lubrificado com cuspe e mel da buceta, doendo mas gostoso pra caralho, "Relaxa mãe, teu cu é meu agora". Cada foda era mais louca, cheiros de terra molhada, suor, porra e xoxota no ar, sons de gemidos ecoando na mata vazia, texturas de pele escorregadia, pedras ásperas nas costas, água gelada nos corpos quentes.

Voltamos pra casa mudados, culpados mas viciados. Ainda hoje, vez em outra a gente foge pra trilha, revive na cachoeira. Foi a tragédia que nos uniu assim, mas virou o tesão da vida toda. Quem diria, né? Mãe e filho fudendo na natureza como animais. Leiam tudo, vale cada palavra porra!

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