Casamento morno ganha fogo com sussurros de fantasias proibidas: ele quer me ver gozando em outro pau. Um jogo de verdade ou desafio torna tudo real.
Eu nunca pensei que ia confessar isso pra ninguém, mas aqui vai: meu casamento tava virando uma rotina morna, tipo aqueles dias que você acorda e já sabe o que vai rolar no final. Meu marido, um cara legal, trabalhador, mas na cama... sei lá, faltava fogo. A gente conversava sobre fantasias à noite, de luz apagada, sussurrando bobagens pra esquentar. "E se eu te visse com outro?", ele disse uma vez, a voz rouca, mão apertando minha coxa. Eu ri no começo, mas aquilo grudou na minha cabeça. Tipo, e se? E se eu pudesse ser a vadia que ele sonha, e ele o corno que goza só de imaginar? Foi num jogo de verdade ou desafio, depois de umas cervejas, que a coisa virou séria. "Verdade: qual tua maior fantasia?", perguntei. Ele: "Te ver gozando num pau maior que o meu". Meu coração disparou. "Desafio: eu marco dois caras no app e você fica quietinho em casa, esperando o vídeo". Ele topou, olhos brilhando de tesão e ciúme misturado. Escolhi Victor e Elias, dois perfis que me deixaram molhada só de ler. Victor, o caçador urbano, 32 anos, corpo de academia que prometia me quebrar. Elias, 38, com aquela vibe zen, mas pau que parecia saber demorar pra fazer gozar. Marquei pro mesmo motel, sábado à noite. "Vai, amor, me faz tua puta", ele disse, me beijando forte antes de eu sair.
Os dias antes foram um inferno de tesão. Meu marido virava um bicho, me comendo com os olhos enquanto eu me depilava devagar, escolhendo a lingerie preta que mal cobria a buceta. "Eles vão te foder como eu nunca fiz?", ele perguntava, pau duro na cueca, se masturbando devagar enquanto eu contava os chats. Victor era direto: "Quero te ver de quatro, gemendo meu nome enquanto aperto tua cintura". Elias mais suave: "Vamos sincronizar as respirações, sentir cada pulsar antes de eu entrar em você". Eu mandava fotos pro grupo que criei com os três, marido incluso, claro, pra ele pirar de longe. "Olha o tamanho do Victor, amor. Imagina isso na minha buceta". Ele respondia com áudios ofegantes: "Porra, vai, come eles pra mim". Meu corpo todo formigava, peitos inchados, calcinha encharcada só de pensar. No espelho, eu me via diferente: cabelo solto, batom vermelho, saia curta que subia nas coxas. "Você tá linda, sua safada", marido disse na porta, me dando um tapa na bunda. "Grava tudo". Saí de casa com o coração na boca, o ar fresco da noite batendo na pele arrepiada, cheiro de chuva no vento. Dirigi pro motel pensando no risco: e se ele mudasse de ideia? E se eu não quisesse voltar?
Cheguei no quarto 204, luz baixa, cama king size com lençóis brancos que pareciam implorar por sujeira. Victor tava lá primeiro, encostado na parede, 1,88m de puro músculo moreno, camiseta justa marcando o peito largo, tatuagem no braço brilhando sob a lâmpada. Olhos verdes me devorando como se eu fosse presa. "Finalmente", ele disse, voz grave, se aproximando devagar. O cheiro dele invadiu: colônia amadeirada misturada com suor fresco de quem malha pesado. Me puxou pela nuca, beijo bruto, língua invadindo minha boca enquanto a mão grande descia pra apertar minha bunda por cima da saia. "Tava louco pra te foder desde as fotos". Eu gemi no beijo, sentindo o pau dele duro contra minha barriga, grosso, pulsando. Ele era imponente, postura que dominava o quarto, me fazendo me sentir pequena e molhada. Antes que eu pudesse responder, a porta abriu: Elias, sereno como um monge safado, cabelo preto no coque solto, camisa de linho aberta no peito oliva, olhos verdes amendoados que pareciam ler minha alma. 1,82m de equilíbrio atlético, movimentos lentos, cheiro de incenso e sândalo. "A energia aqui tá pesada de desejo", ele falou baixinho, trancando a porta. Meu marido mandou mensagem: "Tô de pau na mão. Manda foto deles".
Victor não perdeu tempo. Me jogou na cama, rasgando a blusa, peitos saltando livres. "Olha esses mamilos duros pra mim". Chupou um, mordendo leve, enquanto Elias se aproximava do outro lado, dedos traçando minha coxa devagar, subindo até a calcinha encharcada. "Respira comigo", Elias sussurrou, nariz no meu pescoço, inalando meu perfume misturado com tesão. Sincronizamos: inspira... expira... meu corpo relaxando, mas a buceta latejando. Victor riu rouco: "Ela tá pingando, Elias. Prova". Elias obedeceu, língua quente abrindo meus lábios inchados, lambendo devagar o mel que escorria. "Que gosto doce, tão viva". Eu arqueei, mãos nos cabelos dos dois, gemendo alto. O som da minha própria voz ecoava no quarto, misturado com o zipper de Victor abrindo, pau saltando: reto, grosso como prometido, veias marcadas, cabeça vermelha brilhando. Uns 18cm de pura ameaça, aparado na base. "Chupa, puta casada". Ele empurrou na minha boca, enchendo, enquanto Elias chupava meu clitóris, dedos circulando o cuzinho. Meu marido ligou video: eu atendi com a boca ocupada, mostrando a tela pros dois. "Olha teu corno aí, Victor. Ele tá gozando só de ver".
A tensão subiu quando Victor me virou de quatro, tapa na bunda ecoando. "Seu marido sabe que vou te arrombar?". Ele cuspiu na mão, untando o pau, e enfiou devagar na buceta, esticando tudo. "Porra, que apertada... gozando já?". Eu gritava: "Ai, Victor, fode mais! Mais fundo!". Ele batia forte, coxas musculosas estalando na minha pele, suor pingando nas minhas costas, cheiro almiscarado enchendo o ar. Elias na frente, pau menor mas perfeito, 15cm retos, me fazendo chupar enquanto respirávamos juntos. "Sente a conexão", ele gemia, mão no meu cabelo solto. Meu corpo tremia, orgasmos vindo em ondas: primeiro tântrico com Elias na boca, prolongado, depois explosivo com Victor me socando. "Vou gozar dentro?", Victor rosnou. "Sim, enche minha buceta pro meu corno limpar!". Ele grunhiu, jatos quentes me inundando, escorrendo pelas coxas. Elias trocou: me deitou de lado, entrando devagar na buceta melíflua de porra, movimentos circulares, respiração sincronizada. "Sente meu pulsar no teu". Victor assistia, pau endurecendo de novo, dedilhando meu cu. "Agora o rabo dela". Eles me prepararam: Elias na buceta, Victor cuspindo no cu, dedo abrindo devagar. "Relaxa, respira", Elias guiou. Victor empurrou, queimando gostoso, me preenchendo dupla. "Porra, que cu apertado... teu marido nunca fez isso, né?". Eu gozei gritando, unhas cravando nas costas tatuadas dele, cheiro de sexo cru, suor, porra misturados. Eles alternavam, fodendo minha boca, buceta, cu, diálogos sujos: "Goza no pau do Victor, sua vadia". "Sente a gente te marcando". Horas assim, corpos colados, luz do abajur dançando nas peles morenas, sons de pele na pele, gemidos roucos. Mandei áudios pro marido: "Eles me foderam dupla, amor. Tô cheia de porra".
Quando acabou, pernas moles, buceta inchada e escorrendo, eles me beijaram suados. Victor: "Volta quando quiser mais". Elias: "A energia foi perfeita". Saí do motel cambaleando, ar frio na pele pegajosa, cheiro de sexo grudado na roupa. Dirigi pra casa, coração acelerado, uma mistura de culpa fugaz e euforia pura. "Eu fiz. Fui a puta deles". Meu marido esperava na sala, pau na mão, olhos vidrados nos vídeos que mandei. "Conta tudo", ele implorou, voz trêmula. Sentei no colo dele, buceta ainda latejando roçando no pau dele menor, porra de Victor pingando no sofá. "Victor me comeu primeiro, amor. Pauzão me rasgando, me chamando de puta casada. Elias chupou minha buceta enquanto eu engolia ele. Depois dupla penetração... gozei tanto que vi estrelas". Ele gemia, me penetrando devagar na bagunça alheia. "Porra, amor, você é minha hotwife agora". Eu cavalgava, descrevendo cada tapa, cada lambida, sentindo ele gozar rápido dentro da porra velha. "Limpa tudo com a língua depois", eu ordenei, libertada. Ele obedeceu, de joelhos, lambendo o resto dos bulls enquanto eu sorria. Naquela noite, nosso casamento renasceu no tabu: ele meu corno devoto, eu a rainha que divide e conquista. E sabe? Já tô marcando o próximo.
Comentários
Nenhum comentário
Seja o primeiro a comentar.