Mãe Viúva e Filho: Tabu Explosivo

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Mãe Viúva e Filho: Tabu Explosivo

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Após a tragédia da pandemia que levou seu marido, uma mãe baiana de 43 anos mergulha na experiência mais louca e excitante da vida ao lado do filho de 21. Um relato real completo que prende do início ao fim.

MÃE & FILHO

RELATO ESPETACULAR QUE VALE CADA MINUTO DE SUA ATENÇÃO!

Talvez seja a maior história que vocês vão ler por aqui, mas não dá pra cortar absolutamente nada.

História real ocorrida no ano de 2021 pra 2022, de uma tragédia que se tornou a experiência mais louca e excitante da vida de uma mãe e seu filho.

Eu poderia muito bem dividir meu testemunho pessoal em 3 ou 4 partes, mas resolvi contar tudo de uma só vez!

Quem se cansar, basta voltar de onde parou!

Meu nome é Dalva, tenho 43 anos, 1,70cm, cabelo cacheado até quase a cintura, morena baiana, corpo naturalmente bonito sem precisar de academia, como todas minhas irmãs eu me casei bem novinha com apenas 16 aninho. Meu marido era um cara bom, trabalhava como mecânico numa oficina aqui no interior da Bahia, a gente vivia numa casinha simples mas aconchegante, e veio meu filho, o Lucas, que hoje tem 21 anos, alto pra caralho tipo 1,85m, magrinho mas forte de tanto jogar bola no campinho do bairro, cabelo preto liso bagunçado, olhos castanhos que puxou pro pai dele.

A tragédia veio do nada, véi. Era começo de 2021, a pandemia tava pegando fogo, meu marido pegou covid num trampo, febre alta, tosse que não parava, e em uma semana ele se foi. Putz, que dor no peito, eu chorei rios, o Lucas também, a gente enterrou ele num cemitériozinho perto de casa, com máscara na cara e sem ninguém pra abraçar direito. Fiquei viúva com 42 anos, sozinha com meu menino em casa, sem grana entrando direito porque a oficina fechou, e aí veio o lockdown pesado, nada de sair, só delivery de mercado e isso aí.

No começo era só tristeza pura, a gente se abraçava no sofá vendo novela, chorando junto, mas tipo, o tempo foi passando e o isolamento foi mudando as coisas. O Lucas tava na idade, sabe? 20 anos na época, sem namorada porque tudo fechado, ficava o dia todo de short folgado em casa, sem camisa, suado jogando Free Fire no celular. Eu via ele assim e pensava "meu Deus, como cresceu", o pau dele marcando no short às vezes, eu desviava o olhar mas sentia um calor subindo, culpada pra caralho mas excitada também. Meu corpo tava precisando, fazia anos que eu e o pai dele não transava direito, ele era cansado do trampo.

Uma noite, umas duas semanas depois do enterro, a gente tava no sofá assistindo um filminho na TV aberta, eu de camisola leve porque o calor tava infernal, pernas peludas porque não depilava faz tempo, peitos grandes balançando livres sem sutiã. O Lucas encostou a cabeça no meu ombro, disse "mãe, tô com saudade do pai, mas tô feliz de ter você aqui". Eu abracei ele forte, senti o cheiro dele de suor misturado com sabonete barato, o braço dele roçando na lateral do meu peito. Meu coração acelerou, tipo bum bum, e eu percebi que a buceta tava ficando úmida, que vergonha véi.

Ele virou o rosto e me deu um beijo na bochecha, mas demorou, a boca quente perto da minha orelha. "Mãe, você é linda pra caralho", ele murmurou, voz rouca. Eu gelei, mas não me mexi, o pau dele endurecendo contra minha coxa, marcando forte no short. "Lucas, isso não, filho", eu disse fraca, mas minha mão já tava no peito dele, sentindo os músculos durinhos. Ele me olhou nos olhos, safado, e me beijou na boca de verdade, língua entrando, gosto de hortelã do chiclete dele. Eu cedi, putz, respondi o beijo, chupando a língua dele como louca, mãos apertando a bunda dele por cima do short.

A gente se pegou ali mesmo no sofá, ele puxou minha camisola pra cima, mamilos duros expostos, ele chupou um, depois o outro, mordendo de leve, eu gemendo alto "ai Lucas, porra, isso é errado mas tá bom demais". O cheiro de tesão no ar, buceta dele molhada pingando, eu tirei o short dele e peguei o pau na mão, véi que rola grossa, uns 18cm, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. "Mãe, mama ele pra mim", ele pediu ofegante, e eu me ajoelhei no chão, boca aberta, engoli metade, chupando guloso, saliva escorrendo, ele gemendo "fode mãe, que boquinha gostosa".

Ele me levantou, deitou no sofá, abriu minhas pernas, cheirou minha buceta peluda antes, "que cheiro bom de mulher, mãe", e meteu a língua, lambendo o clitóris inchado, dedinho entrando e saindo, eu gozei rápido, gritando "tô gozando filhote, porra não para!". Depois ele veio pra cima, pau na entrada, olhou pra mim "posso mãe? Quero te foder". Eu assenti louca, "mete filho, fode tua mãe gostoso". Ele empurrou devagar, abrindo minha buceta apertada de anos sem rola boa, doeu um pouco mas era delícia, ele gemeu "tá quentinha pra caralho, mãe".

Começou a bombar devagar, depois mais rápido, peitos balançando, suor pingando, som de pele batendo pele, "ploc ploc ploc", eu cravando unhas nas costas dele. "Mais forte Lucas, me fode pra caralho!", ele obedeceu, socando fundo, pau batendo no fundo, eu gozando de novo, apertando ele dentro de mim. Ele não aguentou, "vou gozar mãe!", eu abracei "goza dentro filhote, enche tua mãe de porra". Ele explodiu, jatos quentes enchendo minha buceta, a gente tremendo junto, ofegante.

Depois disso, virou rotina véi. Todo dia a gente fodia como coelhos. De manhã, ele acordava com pau duro, eu chupava pra acordar ele, engolindo leitinho. No almoço, na cozinha, eu de quatro na pia, ele metendo por trás enquanto eu lavava louça, tapa na bunda ecoando. À noite, no quarto, posições loucas, eu cavalgando ele, cabelo cacheado voando, gritando "te amo filho, tua rola é minha agora". Uma vez no banho, água quente caindo, sabão escorrendo, ele me encostou na parede, levantou minha perna e meteu, escorregadio e gostoso.

Mas tinha culpa também, tipo depois de gozar eu chorava no peito dele, "o que a gente tá fazendo Lucas, isso é pecado", ele me acalmava "mãe, a gente se ama, o pai ia querer ver você feliz, e eu te faço feliz né?". Verdade, ele me fazia feliz pra caralho, corpo dolorido mas satisfeito, buceta inchada mas pulsando de prazer.

Aí veio o ápice, umas duas meses depois. Era aniversário dele, 21 anos, eu preparei um bolinho meia-boca, mas presenteei com um cuzinho virgem. Nunca tinha dado pro pai dele, mas pro meu menino eu daria tudo. Passei óleo de cozinha na bunda, deitei de bruços na cama, "vem filho, fode o cu da mamãe". Ele ficou doido, pau babando, lambeu meu cu primeiro, dedinho abrindo, depois rola na entrada, devagarinho entrando, doeu pra cacete mas eu mordi o travesseiro e aguentei, "vai filhote, estoura ele". Quando entrou todo, ele pirou, bombar rápido, mão no meu clitóris se masturbando, eu gozando anal pela primeira vez, gritando rouca, ele enchendo meu cu de porra quente, escorrendo pelas coxas.

A gente continuou assim por meses, até o lockdown afrouxar um pouco em 2022. Ele arrumou um trampo de entregador, eu voltei a costurar em casa, mas à noite era nosso tempo, fodendo quietinho pra não acordar vizinhos curiosos. Uma vez quase pegos, a vizinha batendo na porta de manhã cedo, eu nua na cama com porra escorrendo, ele saindo correndo pro banheiro. Rimos depois, mas coração na boca.

Hoje, um ano depois, a gente ainda tá nessa, disfarçando pros outros, mas em casa é puro tesão. Ele namora uma menina do bairro pra disfarçar, mas volta pra mim toda noite, "mãe, ninguém fode como você". Eu amo ele mais que tudo, meu homem agora, meu filho, meu amante. Foi uma tragédia que virou paraíso, véi. Quem diria que perder o pai ia me dar o melhor pau da vida.

Se vocês gozaram lendo, imagina vivendo. Não julguem, só aproveitem. Beijos da Dalva, buceta molhada pensando nisso tudo de novo.

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