Aos 10 anos, Verinha sente os primeiros tremores de prazer no banho quente, roçando o sabonete escorregadio entre as coxas finas.
Só agora com 20 anos, aproveitando as férias de fim de ano é que resolvi criar coragem e revelar em detalhes minha louca iniciação sexual.
Vera é meu nome, mas desde que comecei a frequentar a escola passei a ser chamada por Verinha e continua assim até os dias de hoje.
Ainda não tinha meia dúzia de pelinhos na minha bucetinha, os seios eram apenas dois botõezinhos e o que chamava a atenção no meu corpinho em desenvolvimento era uma bundinha ainda pequena, mas bem empinadinha, cabelos compridos até o meio das costas e quando percebi que por onde fazia xixi havia alguns mistérios que necessitavam ser revelados e o primeiro deles descobri durante os meus banhos que deslindo sabonete entre minhas coxas me fazia sentir algo muito gostoso e apesar de não saber direito o porquê toda vez eu repetia aquilo pra caralho, tipo ficava ali no chuveiro com a água caindo quente no corpinho todo molhado e o sabonete escorregadio roçando devagarinho na entradinha da bucetinha, sentindo um calorzinho subindo que me deixava com as perninhas tremendo e o coração batendo forte, putz eu achava que era errado mas era tão bom que não parava, às vezes eu apertava mais forte e soltava uns gemidinhos baixinho pra ninguém ouvir, imaginando não sei o que direito, só que era gostoso demais véi.
Eu devia ter uns 10 ou 11 anos nessa época, morava num bairro simples aqui no interior de São Paulo, tipo aquelas casas grudadas uma na outra com quintalzinho pra trás, e na escola era Verinha pra todo mundo, a menininha quietinha que gostava de desenhar e brincar de boneca mas que no fundo já tinha esses segredinhos sujos na cabeça. Aí veio o Zé, o menino da rua de cima, ele tinha 13 anos, magrinho mas com um charme de moleque endiabrado, cabelo bagunçado e sempre com uma bola de futebol nos pés, a gente se conheceu jogando na rua mesmo, ele morava com a mãe viúva e uns irmãos mais novos, e logo virou meu amiguinho inseparável, tipo a gente passava as tardes inteiras correndo atrás da bola, comendo pipoca na casa dele ou inventando brincadeiras no quintal.
No começo era tudo inocente, mas eu reparava nele de um jeito diferente, tipo quando ele tirava a camisa suada depois do jogo e mostrava o peito magro brilhando de suor, cheirando a menino, aquele cheiro misturado de terra e sabonete barato, e eu ficava olhando pro volume na bermuda dele às vezes, sem entender porra nenhuma mas sentindo a bucetinha pinicar igual no banho. Ele também me zoava, chamava de "bundinha empinada da Verinha" e dava tapinha de brincadeira na minha bunda, rindo alto, e eu ficava vermelha que nem pimentão mas adorava aquilo, tipo um friozinho na barriga que descia direto pro meio das pernas.
Um dia, umas férias de julho quentes pra caralho, a mãe dele viajou pra visitar a família em outra cidade e deixou o Zé sozinho com os irmãos pequenos que foram pra tia, aí ele me chamou pra dormir lá em casa pra "não ficar com medo", eu disse pra minha mãe que ia passar a noite na casa da vizinha e pronto, cheguei lá toda empolgadinha com uma mochilinha com pijama e escova de dente. A casa era quentinha, ventilador girando devagar no teto da sala, cheiro de feijão cozido no ar ainda, e a gente comeu miojo na cozinha rindo de besteira, depois sentou no sofá assistindo TV, eu encostadinha nele sentindo o calor do corpo dele, o braço roçando no meu ombro, putz meu coração tava na boca.
Aí ele sugeriu brincar de "verdade ou desafio", tipo aqueles jogos que a gente via na TV, e eu topei na hora, empolgada. Começou bobo, verdade: qual seu doce favorito? Desafio: imitar um galo. Mas logo esquentou, ele perguntou se eu já tinha beijado na boca e eu neguei vermelha, aí o desafio dele foi me beijar, putz véi, ele se inclinou devagar, o rosto perto do meu, cheiro de hortelã do chiclete na boca dele, e encostou os lábios nos meus, macios e quentes, primeiro de leve tipo selinho, depois a língua dele entrou tímida na minha boca, mexendo devagar, eu senti um choque gostoso no corpo todo, fechei os olhos e deixei ele me abraçar pela cintura, a mão dele subindo pelas minhas costas por baixo da blusinha fina.
A gente se beijou por uns minutos que pareceram horas, eu ofegante, a bucetinha já molhadinha roçando na perna dele sem querer, e ele parou ofegante também, olhos brilhando: "Verinha, você é gostosa pra caralho". Eu ri nervosa, culpada mas louca pra continuar, aí ele me puxou pro quarto dele, uma caminha de solteiro com lençol azul desbotado, cheiro de menino no ar, pôster de time de futebol na parede. Sentamos na beirada, ele tirou a camisa devagar mostrando o peito liso, eu toquei tímida com a ponta dos dedos, sentindo a pele quente e macia, ele gemeu baixinho e puxou minha blusa também, meus botõezinhos de peito expostos pro ar, durinhos de tesão, ele olhou admirado e chupou um deles devagar, a língua quente rodando no biquinho, putz eu soltei um gemido alto sem querer, arqueando as costas, sensação de eletricidade descendo direto pra bucetinha.
Ele me deitou na cama devagar, beijando meu pescoço, descendo pro barriga, as mãos apertando minha bundinha por cima da saia curta, eu tremendo toda, sentindo o pau dele duro roçando na minha coxa por cima da bermuda. "Quero ver sua bucetinha Verinha", ele sussurrou safado, e eu deixei ele baixar minha calcinha devagar, o ar fresco na pele úmida, ele abriu minhas pernas com cuidado, olhando pra minha entradinha rosadinha com poucos pelinhos, "que linda véi, tão lisinha", e encostou o dedo ali, roçando devagar, eu gemi forte, o calorzinho explodindo, molhada pra caralho já.
Ele chupou ali também, a língua quentinha lambendo devagar os lábios da buceta, rodando no clitóris que eu nem sabia o nome, putz era o paraíso, eu segurei a cabeça dele gemendo "ai Zé, que delícia, não para", quadris se mexendo sozinhos contra a boca dele, o barulhinho molhado enchendo o quarto, cheiro de sexo no ar misturado com suor. Ele chupou até eu tremer toda e gozar pela primeira vez na vida dele, um negócio que subiu do fundo da barriga e explodiu em ondas, eu gritando baixinho "porra Zé tô gozando ai meu deus".
Aí ele tirou a bermuda, o pau dele pulou pra fora, médio tamanho mas duro que nem pedra, veias pulsando, cabecinha vermelha brilhando de pré-gozo, cheiro forte de macho, eu olhei curiosa e tímida, toquei com a mão tremendo, quente e macio por fora, duro por dentro, ele gemeu e me ensinou a fazer punheta devagar, subindo e descendo a pele, eu lambi a cabecinha experimentando o gosto salgadinho, ele pirou "sua safadinha Verinha, chupa mais".
Mas ele queria mais, deitou em cima de mim beijando forte, o pau roçando na entrada da buceta, molhada e aberta, "vou foder você Verinha, ser minha primeira também?", eu assenti ofegante, com medinho mas louca de tesão, ele empurrou devagar a cabecinha, doeu um pouquinho tipo ardência, eu arfei "ai devagar Zé", ele parou beijando minha boca, depois foi entrando mais, centímetro por centímetro, esticando minha virgindade, putz a sensação de ser preenchida era louca, dor misturada com prazer, até ele entrar todo, pau latejando dentro de mim quente.
Ele começou a meter devagar, saindo e entrando suave, eu abraçando ele forte, unhas nas costas, gemendo no ouvido dele "que gostoso Zé, fode mais", o barulhinho de pele batendo pele, suor pingando, cheiro de buceta e pau no ar, ele acelerou gemendo "tão apertadinha Verinha, vou gozar", eu sentia ele inchando mais dentro, e gozou forte, jatos quentes enchendo minha bucetinha, eu gozei junto apertando ele com as pernas, tremendo toda, culpada mas feliz pra caralho.
Ficamos deitados suados abraçados, ele saindo devagar com um fio de porra escorrendo, eu sentindo vazia mas realizada, beijando ele de novo. Aquela noite a gente repetiu mais duas vezes, uma de quatro com ele apertando minha bundinha empinadinha, pau entrando fundo me fazendo gritar, e outra eu por cima aprendendo a cavalgar devagar sentindo ele todo dentro. No dia seguinte doeu um pouquinho andar mas eu sorria o tempo todo, nosso segredo sujo, tipo a gente continuou se pegando escondido por meses, no quintal, na escola no banheiro, até ele mudar de cidade por causa do trabalho da mãe.
Hoje com 20 anos lembro disso e fico molhada só de pensar, foi minha louca iniciação sexual, perdi a virgindade pro Zé meu primeiro amor de moleca, e putz véi, que delícia foi, tímida mas safada desde pequena. Às vezes ainda sonho com aquele pau duro entrando em mim pela primeira vez, o cheiro, os gemidos, tudo.
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