Um homem de 38 anos, atlético e ousado, encontra em Larissa uma parceira perfeita para explorar o tesão do risco e do controle absoluto. Juntos, eles mergulham em jogos de poder e submissão consentida, onde o perigo de serem descobertos eleva cada toque a um êxtase proibido.
Eu nunca fui de me esconder atrás de portas fechadas quando o tesão bate forte. Aos 38 anos, com esse corpo atlético que eu malho pra manter firme e pronto pra qualquer parada, eu sei exatamente o que me acende: o risco, o controle absoluto sobre o momento, e aquela adrenalina de saber que alguém pode nos pegar a qualquer segundo. Foi assim que tudo começou com a Larissa, essa mina de 28 anos que eu cruzei no mundo dos apps de paquera, uma mulher que, à primeira vista, parecia tão organizada e decisiva quanto eu. Cabelos castanhos ondulados caindo nos ombros, olhos verdes que perfuram a alma, corpo musculoso e uma tatuagem de serpente no pulso esquerdo que gritava "dominante" tanto quanto a minha. A gente se conectou rápido, trocando mensagens sobre jogos de poder, submissão consentida, e eu senti que ela entendia meu ritmo, nada de bagunça, só tensão construída e prazer calculado.
Mas eu queria mais. Queria levar isso pro mundo real, onde o ar noturno carrega o cheiro de rua e o som de passos distantes faz o coração acelerado. Foi numa sexta à noite, em São Paulo, que eu decidi arriscar. Mandei uma mensagem pra ela: "Encontro no Parque Ibirapuera, perto do lago, às 22h. Vista algo que facilite o jogo." Ela respondeu com um emoji de serpente, e eu soube que tava dentro. Meu corpo já formigava só de imaginar. Eu me arrumei com uma blusa justa preta que marcava meus músculos dos ombros e seios firmes, saia lápis curta o suficiente pra insinuar, mas não entregar tudo de cara. Pele morena clara brilhando sob a luz fraca do espelho, cabelo castanho escuro solto, e aquele perfume amadeirado que sempre me faz sentir no comando. Saí de casa com a buceta já úmida, o clítoris proeminente latejando de expectativa, sabendo que aparados os pelos como eu gosto, tudo tava pronto pra se entregar ao controle que eu orquestraria.
Cheguei no parque uns minutos antes, o ar fresco da noite misturado com o cheiro úmido da grama e das árvores. O lugar tava movimentado ainda, casais passeando, grupos de amigos rindo ao longe, o som de um violão ecoando de algum banco. Meu coração batia forte, mas não de medo; era excitação pura, o tipo que me faz sentir viva, no auge do meu poder. Eu me sentei num banco isolado perto da água, as luzes dos postes criando sombras longas que dançavam no chão. Olhei pro celular: ela tava atrasada dois minutos. Sorri pra mim mesma, imaginando se era parte do jogo dela, testando minha paciência. Mas aí veio, caminhando com aquela postura ereta, saia lápis vermelha colada nas coxas musculosas, blusa preta justa que realçava os seios cheios e a tatuagem no pulso brilhando sob a luz. Seus olhos verdes encontraram os meus, e ali, no primeiro olhar, a faísca acendeu. Ela se aproximou devagar, sentando do meu lado, o joelho roçando o meu de leve. O toque foi elétrico, a pele dela quente contra a minha, e eu senti o cheiro do perfume dela, algo floral e intenso, misturado com o suor sutil de quem veio apressada.
"Você veio", eu disse baixinho, minha voz rouca de tesão já. Ela sorriu, lábios cheios se curvando, e respondeu: "Eu sempre venho quando o jogo vale a pena, Lara." Seus olhos desceram pro meu decote, e eu soube que o escalada tava começando. Inclinei o corpo pra ela, minha mão subindo pro seu braço, sentindo os músculos definidos sob a pele morena clara. "Aqui? No meio de todo mundo?", ela murmurou, mas o tom era de desafio, não de recusa. Eu ri baixinho, o som abafado pelo barulho de um casal passando a uns 20 metros, rindo alto. "É exatamente por isso que a gente veio, Larissa. O risco. Eu controlo isso." Minha mão desceu pro joelho dela, apertando de leve, e ela não recuou. Em vez disso, suas coxas se abriram um pouquinho, convidando. O coração meu martelava, o som da respiração dela acelerando no meu ouvido, misturado com o farfalhar das folhas no vento.
Comecei devagar, como eu gosto, tensão construída é o que me deixa louca. Meus dedos traçaram a barra da saia dela, subindo devagar pela parte interna da coxa, sentindo a pele macia e quente, os músculos tensos de expectativa. Ela mordeu o lábio, olhos fechados por um segundo, e eu vi o peito dela subindo e descendo rápido. "Larissa... relaxa. Deixa eu ditar o ritmo", sussurrei, minha boca perto do ouvido dela, o hálito quente roçando a pele. O cheiro dela me invadiu, suor leve, perfume, e algo mais primal, o aroma de excitação feminina que me fez apertar as pernas pra conter o meu próprio tesão. Ao longe, ouvi vozes: um grupo de jovens correndo, risadas ecoando, e de repente, passos se aproximando no caminho de cascalho. Meu pulso acelerou, mas eu não parei. Pelo contrário, empurrei a saia dela mais pra cima, meus dedos roçando a calcinha dela, sentindo o tecido úmido já. Ela gemeu baixinho, um "ai..." escapando, e eu tapei a boca dela com a mão livre, sentindo os lábios cheios e quentes contra minha palma. "Shh... eles vão ouvir", eu disse, mas meu tom era de comando, não de medo.
Os passos pararam a uns 10 metros, alguém acendendo um cigarro, o cheiro de fumaça chegou até nós, misturado com o ar noturno. Larissa abriu os olhos, os verdes penetrantes me fitando com uma mistura de submissão e fogo. Eu tirei a mão da boca dela devagar, e em vez de parar, enfiei os dedos por baixo da calcinha, tocando os lábios médios dela, já encharcados de umidade alta como a minha. Ela era apertada, o clítoris proeminente inchando sob meu toque, e eu comecei a circular devagar, sentindo o calor pulsando. "Porra, Lara... aqui?", ela sussurrou, a voz trêmula, mas as coxas se abrindo mais. Eu assenti, meu próprio corpo pegando fogo, a buceta latejando dentro da saia, molhada o suficiente pra eu sentir escorrendo. O risco era tudo: as vozes agora mais próximas, o casal de antes voltando pelo mesmo caminho, o som de um cachorro latindo ao fundo. Eu me inclinei e beijei o pescoço dela, mordiscando de leve, o gosto salgado da pele na minha língua, enquanto meus dedos mergulhavam mais fundo, sentindo a umidade escorrer pela minha mão.
Ela agarrou meu braço, unhas cravando na pele, e eu senti o controle passando um pouco pra ela, mas só o suficiente pra apimentar. "Me fode com os dedos, vai", ela pediu, voz rouca, e eu obedeci, enfiando dois de uma vez, sentindo a parede interna apertada e quente me sugando. O som era sutil, um squish úmido que só a gente ouvia, mas no silêncio relativo do parque, parecia alto demais. Meu polegar no clítoris dela, circulando rápido agora, e ela se contorceu no banco, o corpo musculoso tremendo. Eu olhei em volta, sombras se movendo, uma luz de lanterna piscando de longe, talvez um segurança fazendo ronda. A adrenalina subiu pro meu cérebro como uma droga, meu coração trovejando nos ouvidos, o suor escorrendo pelas minhas costas sob a blusa justa. "Imagina se eles veem... duas mulheres se tocando assim, no meio do parque", eu provoquei no ouvido dela, minha voz um sussurro urgente. Ela gemeu mais alto, mas abafou com a mão, os olhos revirando. "Porra, Lara... não para...".
Eu não parei. Pelo contrário, acelerei, fodendo ela com os dedos em um ritmo que espelhava o meu tesão crescente. Minha outra mão subiu pra blusa dela, abrindo dois botões discretos, expondo um seio, o mamilo duro e rosado sob a luz fraca, e eu belisquei, sentindo a textura rígida na ponta dos dedos. O cheiro de sexo agora era palpável, misturado com o perfume dela e o ar úmido do lago. Passos de novo, mais perto dessa vez, um casal idoso caminhando devagar, conversando sobre o tempo. Eles passaram a uns 5 metros, e eu congelei por um segundo, os dedos ainda dentro dela, pulsando devagar pra não parar o prazer. Larissa prendeu a respiração, o corpo rígido, mas eu vi o brilho nos olhos dela: puro êxtase no risco. Quando eles se afastaram, eu retomei, mais forte, os dedos curvando pra acertar aquele ponto dentro que a fez arquear as costas. "Vai gozar pra mim, Larissa... aqui, onde todo mundo pode ver", eu ordenei, minha voz baixa e dominante.
Ela obedeceu. O corpo dela tremeu violentamente, a buceta apertando meus dedos como um torno, a umidade jorrando quente na minha mão. "Ai... porra, Lara! Tô gozando...", ela sussurrou, o som abafado contra meu ombro, mordendo o tecido da minha blusa pra não gritar. Eu senti cada contração, o clítoris inchado pulsando sob meu polegar, e o cheiro almiscarado do orgasmo dela me invadiu, me deixando ainda mais molhada. Meu próprio tesão tava no limite, a buceta latejando, os lábios médios inchados e aparados roçando a calcinha a cada movimento. Mas eu segurei, porque o controle é meu. Quando ela amoleceu, ofegante, suor brilhando na pele morena clara, eu tirei os dedos devagar, lambendo o gosto salgado e doce na língua, bem na frente dela. Seus olhos verdes me devoraram, e ela sorriu fraco. "Sua vez agora."
Não precisei de convite. O parque tava mais quieto agora, mas o risco só crescia, sirenes distantes, o som de um carro passando na avenida próxima. Ela me puxou pro colo dela, invertendo o jogo por um instante, mas eu guiei as mãos dela pra saia minha. "Aqui, mas devagar... me faz gozar sem barulho", eu disse, abrindo as pernas sobre as dela, o banco rangendo de leve sob nosso peso. Seus dedos experientes foram direto pro assunto, roçando minha calcinha encharcada, depois enfiando por baixo. O toque dela era preciso, circulando meu clítoris proeminente com uma pressão que me fez ver estrelas. "Você tá tão molhada, Lara... escorrendo pra mim", ela murmurou, o hálito quente no meu pescoço, e eu gemi baixinho, sentindo a umidade alta traçando caminho pelas coxas. O ar frio da noite contrastava com o calor entre minhas pernas, o tecido da saia subindo, expondo mais do que devia.
Escalada rápida agora: ela enfiou dois dedos, depois três, esticando minha buceta apertada média, o som úmido ecoando no meu ouvido como um segredo sujo. Eu me mexi no colo dela, os quadris rebolando devagar, sentindo os músculos das coxas dela contra as minhas. Olhares ao redor, uma sombra se movendo na trilha, talvez um corredor noturno, o som dos tênis batendo no chão me fazendo apertar os olhos. "Mais rápido... porra, Larissa, me fode direito", eu sussurrei, a voz urgente, o suor pingando entre meus seios. Ela obedeceu, os dedos mergulhando fundo, acertando o ponto que me faz perder o fôlego, enquanto o polegar massageava o clítoris inchado. O prazer subia como uma onda, o cheiro de nós duas misturado no ar, suor, sexo, perfume, e o gosto do beijo que ela me deu, lábios cheios devorando os meus, língua dançando com urgência.
O quase flagra veio forte: vozes altas, um grupo de amigos se aproximando, rindo e falando alto sobre uma festa. Eles tavam vindo direto pro lago, luzes de celulares balançando. Meu corpo tava no limite, a buceta contraindo em torno dos dedos dela, mas eu não podia gritar. "Não para... tô quase...", eu rosnei no ouvido dela, mordendo o lóbulo pra abafar. Ela acelerou, fodendo me com força, o ritmo rápido e implacável, e o clímax me acertou como um raio. Gozei forte, a umidade jorrando nos dedos dela, o corpo tremendo inteiro, ondas de prazer me rasgando por dentro. "Porra... sim! Ai, caralho...", escapou da minha boca em um sussurro rouco, abafado pelo barulho do grupo que parou a uns 15 metros, acendendo cigarros e conversando. Eu me contorci, as unhas cravando nas costas dela, sentindo cada pulsação, o clítoris latejando sob o toque, a buceta apertando e soltando em espasmos quentes.
Quando passou, eu desabei nela, ofegante, o coração ainda disparado. O grupo seguiu em frente, sem nos notar nas sombras, e o alívio misturado com o êxtase era indescritível. A gente se recompôs rápido, saias ajeitadas, blusas fechadas, o cheiro de sexo ainda no ar, mas abafado pelo vento. "Isso foi insano", ela disse, rindo baixinho, os olhos brilhando. Eu sorri, sentindo a vitória pulsar no peito, controle mantido, risco vivido, prazer total. Levantamos e saímos dali de mãos dadas por um segundo, depois nos separando como se nada tivesse acontecido, o som dos nossos saltos ecoando na noite. Voltei pra casa com a buceta ainda sensível, o corpo formigando de adrenalina, sabendo que aquilo era só o começo. Nada de culpa, só o tesão cru de quem sabe orquestrar o próprio clímax, mesmo com o mundo todo assistindo sem saber.

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