Meu maior vício surgiu ao ver a foto do marido forte e tatuado da minha amiga trans, conhecida em app de fantasias quentes. O risco de roubar ele dela me deixou viciada no proibido.
Eu nunca imaginei que meu maior vício seria roubar o marido da minha amiga mais próxima, mas aí veio Rafael, e tudo desmoronou de um jeito que me deixou viciada no risco. Camila e eu nos conhecemos há uns seis meses num app daqueles pra fantasias adultas, trocando mensagens quentes sobre voyeurismo e power play. Ela, mulher trans linda, casada há dez anos, sempre falava do marido com uma mistura de orgulho e desejo reprimido, tipo "ele é forte, mas eu adoraria ver ele se perdendo com outra". Eu, divorciada e cansada de homens moles, via nela uma parceira perfeita pra minhas noites de controle. Mas quando ela me mandou foto dele, alto, musculoso, com aquela tatuagem de lobo no ombro que gritava alfa, meu corpo reagiu antes da mente. "Quero ele", pensei, sentindo o calor subir entre as pernas. E o proibido? Ah, isso só tornava tudo mais molhado.
Começou inocente, ou quase. Camila me convidou pra um drink num bar discreto, pra "conhecer o casal". Ela tava deslumbrante, saia midi fluida abraçando as curvas suaves, piercing no septo brilhando sob a luz fraca, olhos verdes me devorando como se soubesse o que eu queria. Rafael chegou atrasado, imponente em jeans escuro e camisa justa que marcava o peito largo, cheiro de colônia amadeirada misturado com suor fresco de quem veio direto do trampo. Sentamos numa mesa nos fundos, o ar carregado de tensão. "Larissa é a dom que eu te falei", Camila disse baixinho pra ele, roçando a perna na minha debaixo da mesa. Ele me olhou nos olhos, aqueles castanhos intensos, e sorriu de lado: "Então você é a que manda?". Meu clitóris pulsou. Respondi com um aceno firme, traçando o pulso com a tatuagem de serpente: "Só se vocês aguentarem". Naquela noite, trocamos olhares que prometiam mais, mãos roçando acidentalmente, o risco de alguém notar nos deixando elétricos. Voltei pra casa encharcada, me tocando pensando no pau dele endurecendo pra mim enquanto Camila assistia.
As mensagens secretas vieram no dia seguinte. Rafael me add no Whats, sem Camila saber, ou fingindo não saber. "Vc me deixou louco ontem. Quero te sentir mandando em mim". Meu coração acelerou; ele, o cara dominante, se rendendo? Respondi com foto do meu pulso amarrado num lenço de seda: "Prova que merece. Me manda tua cueca suada". Ele obedeceu, e ali tava o volume grosso, 16cm de pau reto e aparado me chamando. Mandei pra Camila uma versão censurada: "Seu homem tá precisando de lição. Quer ver?". Ela: "Porra, sim. Me deixa assistir um dia?". O ciúme dela transbordava nas mensagens, mas era tesão puro, o tipo que a fazia se masturbar imaginando. Encontros roubados se multiplicaram: um café rápido onde eu segurei a mão dele debaixo da mesa, sentindo os calos ásperos; um elevador lotado num shopping onde pressionei o corpo no dele, sentindo o pau endurecer contra minha bunda firme. "Para, alguém vai ver", ele sussurrou no meu ouvido, voz rouca de desejo. "E daí? Imagina Camila descobrindo agora", provoquei, mordendo o lábio. O medo de flagra era o afrodisíaco perfeito, meu cheiro de perfume caro misturado com o suor dele, respiração pesada ecoando no espaço confinado.
Camila começou a entrar no jogo devagar. "Eu sei das msgs dele pra vc", admitiu numa ligação, voz trêmula mas excitada. "Me conta tudo. Me deixa molhada só de pensar". Eu descrevia em detalhes: como Rafael gemia no áudio me chamando de "minha rainha", como eu o fazia esperar pra gozar. Ela confessou o fetiche: ver o marido se entregando pra outra, o pau dela, 15cm reto, prepúcio macio, latejando enquanto assistia. "Vem pra cá", eu disse uma noite, voz firme. "Os dois. Minha casa. Regras minhas". Eles toparam, o casal perfeito pro meu caos controlado. Meu apartamento tava pronto: luz baixa de velas, lençóis pretos na cama king, algemas de veludo e óleo de massagem cheirando a baunilha e almíscar. Eu vestia um vestido preto colado, realçando os músculos tonificados das coxas e a curva dos seios, postura ereta como uma rainha.
Eles chegaram tensos, Rafael com os ombros largos tensos, Camila com os olhos famintos. "Tira a roupa dele", ordenei pra ela, sentando na poltrona de couro. Camila obedeceu, mãos tremendo enquanto despia o marido, revelando o peito moreno bronzeado, abdômen definido, pau já meia-bomba balançando grosso entre as pernas musculosas. O cheiro dele invadiu o quarto, suor masculino, sabonete fresco, me fazendo apertar as coxas. "Agora amarra ele na cama", continuei, jogando as algemas. Ela prendeu os pulsos dele nos postes, Rafael grunhindo baixo: "Porra, Larissa, vc é foda". Eu me aproximei devagar, subindo na cama, minhas coxas atléticas roçando as dele. Toquei o pau dele primeiro, pele quente e sedosa, veias pulsando sob meus dedos. "Olha pra ela enquanto eu cuido de vc", falei pra ele, virando o rosto dele pro lado onde Camila se sentava, saia levantada, mão dentro da calcinha massageando o próprio pau que endurecia visível pelo tecido fino.
Meu toque virou posse. Passei óleo nas mãos, espalhando pelo peito dele, unhas traçando a tatuagem do lobo, descendo pro umbigo, depois pro pau inteiro. Ele era perfeito: reto, grosso uns 11cm de circunferência, glande inchada brilhando. Apertei devagar, bombeando com ritmo deliberado, sentindo ele inchar na palma. "Geme pra ela", ordenei. "Camila... tá tão bom... ela manda tão bem", ele rosnou, olhos fixos na esposa que agora tinha o pau pra fora, 15cm ereto, punhetando devagar, lábios entreabertos soltando suspiros. O quarto cheirava a sexo incipiente, pré-gozo dele misturado com meu mel escorrendo pelas coxas internas, aparadas mas não raspadas, buceta média e apertada latejando. Eu me posicionei sobre ele, vestido levantado, sem calcinha, deixando ele ver minha boceta molhada, clitóris proeminente inchado pedindo fricção. Esfreguei na cabeça do pau dele, lubrificando, o calor úmido dele me enlouquecendo. "Quer foder minha buceta?", perguntei, voz baixa e autoritária. "Porra, sim, me deixa entrar", ele implorou, quadris subindo.
Mas eu controlei. Desci devagar, centímetro por centímetro, sentindo ele me preenchendo, esticando as paredes quentes e encharcadas. "Ai... que pau gostoso, Rafael", gemi, cavalgando lento, músculos das coxas flexionando pra ditar o ritmo. Cada descida era um tapa molhado, som ecoando, minha buceta engolindo ele todo até a base peluda. Camila gemia alto agora: "Fode ele, Larissa... faz meu marido teu". Ela se masturbava furiosamente, pau pingando pré-gozo no chão, olhos vidrados na junção dos nossos corpos, meu moreno claro contra o bronze dele, sucos misturados brilhando. Acelerei, seios balançando livres sob o vestido, unhas cravando o peito dele sem machucar, só marcando levemente. "Tá apertada... porra, vou gozar", ele avisou, voz quebrada. "Não. Aguenta", mandei, parando de repente, subindo e deixando ele vazio, latejando no ar. Ele bufou frustrado, Camila gemeu de inveja e tesão.
Levantei, suada, cheiro de sexo impregnado na pele. "Sua vez, Camila. Vem chupar ele limpo enquanto eu cuido de vc". Ela rastejou pra cama, boca faminta engolindo o pau do marido, lambendo meus sucos dele com gemidos gulposos. Eu me ajoelhei atrás dela, mão na bunda suave, dedos traçando o cuzinho rosado antes de descer pro pau dela, macio, reto, quente na palma. "Assistiu o suficiente? Agora sente", sussurrei, punhetando ela devagar enquanto ela chupava Rafael. O quarto era um coro de sons: sucção molhada, gemidos abafados, minha mão chapinhando no pau dela. Rafael se debatia nas algemas: "Larissa, me solta... quero foder vcs duas". Soltei um pulso só, ele se jogou pra frente, mão na nuca de Camila forçando mais fundo na garganta dela.
O clímax veio explosivo. Eu me deitei de costas, abrindo as pernas tonificadas: "Rafael, me fode forte agora. Camila, senta na minha cara". Ele mergulhou em mim como animal, pau inteiro me arrombando com estocadas brutas, cama rangendo, suor pingando do peito dele no meu. "Tá tão molhada... buceta gulosa", grunhiu, beijando meu pescoço salgado. Camila montou meu rosto, pau roçando meus lábios cheios, eu chupando a glande salgada, língua rodando o prepúcio enquanto ela gemia "ai... Larissa, chupa meu pauzinho". O gosto era divino, salgado, almiscarado, misturado com meu próprio cheiro nas coxas dela. Rafael fodia sem piedade, bolas batendo na minha bunda, clitóris roçando a virilha dele a cada thrust. "Vou gozar... porra!", ele rosnou, enchendo minha buceta de porra quente, jatos grossos escorrendo. Senti o orgasmo me rasgar, contrações apertando ele, gritando na boca do pau de Camila. Ela gozou segundos depois, leite doce jorrando na minha língua, corpo tremendo.
Desabamos suados, ofegantes, cheiro de porra e suor dominando tudo. Rafael me beijou possessivo: "Vc é perigosa". Camila, vulnerável, abraçou nós dois: "Quero mais... mas ninguém pode saber". Soltei as algemas, vestimos devagar, o silêncio pós-gozo carregado de promessas. Eles foram embora de madrugada, beijos roubados na porta, medo de vizinhos acordarem.
Agora, sozinha na cama bagunçada, lençóis grudando na pele, sinto falta deles. O proibido não acabou, mensagens já pipocam: "Quando de novo?". Meu corpo dói de um jeito bom, buceta sensível pulsando com a memória. Eu sei que é errado, roubar noites de um casal, mas o controle que exerço sobre os dois, o tesão de Camila vendo o marido meu... é viciante. Próximo encontro vai ser mais arriscado, talvez no carro deles, com ela dirigindo enquanto eu chupo ele. Aguenta, coração. O fogo só tá começando.

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