Comemoração Safada da Namorada no Vestibular

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Comemoração Safada da Namorada no Vestibular

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Após passar na federal de engenharia, minha namorada Karoline e sua amiga Aline pulam de alegria abraçadas, com ela exibindo saia jeans curtíssima e bunda gigante na portaria do cursinho.

Bom, o que venho relatar aqui é um fato que me aconteceu a um tempo atrás, quando eu já namorava a karoline a um ano, mais ou menos. bom, ela é linda, tem 17 anos, 1,73 m de altura, seios médios mas bem durinhos, uma barriguinha sarada, ela é viciada em academia, e uma bunda enorme e muito dura, resultado da malhação dela todo dia. a historia aconteceu logo após ela passar no vestibular, pois ela ainda fazia cursinho. eu já trabalho em uma empresa de telefonia a 3 anos.

a karol tem uma amiga, a aline, que tem 19 anos, e eu sempre achei ela muito safada, inclusive fazia questão de falar isso na cara da aline mesmo, tipo "véi, tu é safada pra caralho", mas nunca me preocupei com a amizade delas, porque minha namorada sempre foi muito comportada. demorei muito tempo para conseguir transar com ela, e até então, só havia conseguido 5 vezes. s

putz, mas aí veio essa história do vestibular, ela passou na federal de engenharia, tava louca de felicidade, gritando no telefone pra mim "amor, eu passei, caralho!", e eu tava no trampo, todo suado no call center, respondendo véi "que foda, karol, vou te buscar agora mesmo pra comemorar". saí correndo, peguei o carro velho que eu tenho, um gol quadrado todo amassado, e fui direto pro cursinho dela.

cheguei lá e vi as duas, karol e aline, abraçadas na portaria, pulando que nem piranha em festa. a karol tava com uma saia jeans curtíssima, que mal cobria aquela bunda gigante dela, e uma blusinha regata preta colada nos peitos durinhos, suando um pouquinho do calor, dá pra ver os biquinhos marcando o tecido. a aline, ah a aline, vestidinho soltinho vermelho, decote fundo mostrando os peitões dela, que são maiores que os da karol, e rindo alto, com aquela cara de safada que eu sempre falei. "oi amor!", karol veio correndo e me deu um beijo de língua na boca mesmo, ali na rua, todo mundo olhando, eu fiquei de pau duro na hora, tipo, putz, ela nunca foi assim tão saidinha.

"vamos comemorar, né?", aline piscou pra mim, safada que só, e eu ri "claro, mas tu não vem não, safada", mas a karol insistiu "leva ela também, amor, ela me ajudou muito no cursinho, tipo, estudamos juntas pra caralho". blz, entrei no carro com as duas atrás, rindo e cantando alto, botando funk no som do carro, balançando as bundas no banco. eu olhando pelo retrovisor, via a saia da karol subindo, mostrando a calcinha rosa fio dental, grudada na bunda dura dela, e a aline encostando nela de propósito, tipo roçando os peitos.

chegamos na casa dela, os pais tavam viajando, graças a deus, porque senão ia dar merda. a casa é simples, na vila maria, quarto dela no fundo, com pôsteres de academia e fotos nossas. "vamos beber!", karol pegou umas brejas do gelão, geladinha pra caralho, e a gente sentou na cama dela, que é de solteiro mas king size, fofa com lençol azul. aline já tava contando as safadezas dela no cursinho, tipo "teve um professor que eu peguei no banheiro, véi, pauzão", e karol rindo, vermelha, mas bebendo e ficando mais solta.

eu tava do lado da karol, mão na coxa dela, sentindo a pele macia e quente, suada da academia que ela fez de manhã. "amor, eu te amo tanto", ela virou pra mim e me beijou de novo, língua quente, mão no meu peito, e eu apertando a bunda dela por baixo da saia, dura que nem pedra, mas quentinha. a aline olhando, mordendo o lábio, "nossa, que casalzinho quente", e eu "cala boca safada", mas aí karol, do nada, falou "aline me contou umas coisas, amor, tipo, ela disse que tu acha ela gostosa", eu gelei, putz, mas neguei "não, só brinquei".

mas a karol riu, empolgada pela breja, "não minta, eu sei que tu olha pra bunda dela", e puxou a aline pra perto, "olha só, ela tem uma bunda top também, né?", levantou a saia da amiga, mostrando uma calcinha preta transparente, cu aparecendo. eu de boca aberta, pau latejando na calça jeans. "karol, que isso?", mas ela tava safada pra caralho, nunca vi ela assim, deve ser o vestibular soltando a fera. "relaxa amor, é só brincadeira, mas comemora comigo", e ela subiu na minha colo, rebolando a bunda enorme no meu pau duro, gemendo baixinho "hmm, sente como eu tô molhada".

aline assistindo, mão na própria coxa, "deixa eu ajudar", e veio beijar o pescoço da karol, que arfou "ai aline, safada", mas não parou, continuou rebolando em mim. eu tirei a blusa dela, pegando aqueles peitinhos durinhos, mamilos rosados duros, chupando um, mordendo de leve, ela gemendo alto "ah amor, chupa mais, pra caralho". o cheiro dela era uma delícia, suor misturado com perfume doce de academia, pele salgadinha na boca.

aline não perdeu tempo, tirou o vestido, ficando só de calcinha, peitões balançando, e veio ajudar, chupando o outro peito da karol enquanto eu chupava um. karol jogou a cabeça pra trás, "putz, que delícia, vocês dois me lambendo", e eu sentindo a umidade dela na minha calça, molhando tudo. tirei a calça rápido, pau pulando pra fora, vei, duro que nem ferro, cabeça roxa brilhando de pré-gozo.

karol desceu, ajoelhou na cama, e chupou meu pau pela primeira vez direito, tipo, sempre foi boquinha rápida nas 5 vezes que rolou, mas agora engoliu tudo, babando, olhando pra mim com carinha de puta "gosto do teu pau, amor", slurp slurp, barulho molhado ecoando no quarto. aline do lado, masturbando a karol por baixo da calcinha, "tá encharcada, amiga", dedos enfiando, karol gemendo com o pau na boca "hmmm mmm".

eu não aguentei, puxei a karol pra cima, tirei a calcinha dela, vi a bucetinha raspadinha, inchada, brilhando de mel, cheiro forte de tesão no ar. "mete em mim, amor, fode tua namorada que passou no vestibular", ela implorou, de quatro na cama, bunda empinada, redonda perfeita, dura da malhação. eu pus a cabeça na entrada, escorregadia, e empurrei devagar, sentindo as paredes quentes apertando meu pau, "ai caralho, que apertada, karol", ela gritou "mais forte, vai!", e eu metendo fundo, ploc ploc, pele batendo na bunda dela, vermelha de palmadas que eu dava.

aline debaixo, lambendo o clitóris da karol enquanto eu fodia, língua rodando, karol louca "ai aline, chupa minha buceta, amor fode meu cu também não, só buceta agora". o quarto cheirava a sexo pra caralho, suor, porra, buceta molhada, gemidos altos, cama rangendo. eu sentia as bolas batendo no queixo da aline, pau entrando e saindo veloz, karol gozando primeiro, apertando meu pau todo "tô gozando, porra, ai ai ai!", jatos quentes escorrendo.

não parei, virei ela de frente, pernas abertas, mamilos durinhos balançando, bati mais forte, suado em cima dela, beijando a boca gulosa. aline sentou na cara da karol, "lambe minha buceta agora, amiga", e karol obedeceu, língua enfiando, aline gemendo "isso, vadiazinha comportada virou puta". eu olhando aquilo, pau inchando mais, metendo selvagem, sentindo o orgasmo vindo "karol, vou gozar dentro", ela "goza, amor, enche minha buceta de porra quente".

gozei forte, jorrando dentro, quente grosso, transbordando, escorrendo na bunda dela. caí exausto, as três suadas emboladas na cama, karol no meio, beijando nós dois "foi foda, né? agora eu sou universitária, posso ser safada assim todo dia". aline rindo "eu disse que ela tinha fogo, véi", e eu, putz, pensando que aquelas 5 vezes foram fichinha perto disso.

mas não parou aí, gente. depois de uns 20 minutos, breja na mão, pau meia bomba ainda melado, karol já tava de novo no tesão, "quero mais, amor, me come de novo". dessa vez sozinha, aline assistindo de canto, se tocando. eu pus ela de ladinho, colherzinha, pau escorregando fácil na porra que ainda tava lá dentro, lubrificando tudo, devagarinho sentindo cada veia dela apertando. "hmm, assim é gostoso, amor, devagar", ela sussurrava, mão na minha bunda me puxando mais fundo, cheiro de sexo velho misturado com o novo suor.

apertei os peitinhos dela por trás, roçando os mamilos com os dedos, ela virando o rosto pra beijar, língua lenta, gemidinhos baixos "te amo, teu pau é perfeito pra mim". meti mais forte aos poucos, sentindo a bunda dura batendo na minha barriga, textura firme, quentinha, perfeita. aline veio e chupou minhas bolas por baixo, língua molhada "deixa eu ajudar um pouquinho", karol rindo "safada, mas continua".

gozamos juntos dessa vez, ela tremendo toda, buceta pulsando no meu pau, eu enchendo mais um pouco, porra misturada vazando na coxa dela. ficamos assim abraçados, ofegantes, o quarto um caos de roupas no chão, lençol molhado, cheiro impregnado que ia durar dias.

no dia seguinte, acordei com ela chupando meu pau de manhã, sol entrando pela janela, "bom dia, amor, quero cavalgar". sentou em mim, bunda quicando, peitos balançando na cara, eu chupando, mãos na cintura sarada dela, barriguinha contraída de esforço. "olha como eu malho pra ter essa bunda pra ti", rebolando em círculos, pau fundo no útero, gemendo "ah ah, fode, vai gozar na tua putinha do vestibular".

aline já tinha ido embora cedinho, mas mandou zap "foi top, agora a karol é minha irmã de putaria também". e desde então, véi, mudou tudo. a karol virou uma máquina de sexo, academia de dia, foda de noite, transamos todo dia, em tudo que é posição, na cozinha dos pais dela, no carro, no banheiro da academia dela até. ela me chama pra malhar e depois no vestiário, suada, bunda vermelha de agachamento, me mama ali mesmo, engolindo porra pra proteína.

uma vez, no chuveiro pós-malha, água quente caindo, sabão escorrendo na bunda dela, eu meti por trás, espelho embaçado, ela de mãos na parede "fode forte, amor, me faz gozar de pé". sentia a água misturando com o mel dela, pau chapinhando, gemidos ecoando no azulejo frio. gozei na bunda, porra branca escorrendo pelas coxas duras, ela virando e lambendo o resto "não desperdiça".

outra vez, no carro voltando da uni, ela de shortinho apertado, mão no meu pau dirigindo "para aí no mato", parou num matagal, chupou até eu gozar na boca dela, engolindo tudo "hmm, leitinho quente". tipo, de comportada pra ninfômana em uma semana, graças ao vestibular e à aline que soltou a fera.

e a aline? virou figurinha carimbada, tipo todo final de semana vem pra cá, as três nuas na cama, eu fodendo as duas, karol lambendo a amiga enquanto eu meto nela, ou vice-versa. uma noite, aline de quatro, eu comendo o cu dela apertado, karol chupando a buceta por baixo, "safada, toma pau no teu rabo", e ela gritando "mais, enche meu cu de porra". karol depois limpou tudo lambendo, puta gulosa.

mas o foco é a karol, minha namorada perfeita, corpo de academia, agora alma de puta, e eu o cara mais sortudo do mundo. quem diria que depois de 5 fodas demoradas ia virar isso, véi. pra caralho.

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