Incesto Proibido com Minha Irmã Trans

12
Capa da história: Incesto Proibido com Minha Irmã Trans

Incesto Proibido com Minha Irmã Trans

Avatar de @leoaorte-65
@leoaorte-658 min de leitura
204
12
8

O desejo reprimido por minha irmã Livia, trans e irresistível, explodiu quando ficamos sozinhos na casa dos pais. Como a dominante da família, finalmente dominei cada centímetro dela.

Eu nunca imaginei que confessaria isso pra ninguém, mas aqui vai: minha irmã Livia e eu cruzamos a linha que ninguém na família ousaria tocar. Ela tem 29, eu 32, e desde que éramos adolescentes, eu sentia esse puxão proibido, essa vontade de dominar cada centímetro dela. Livia sempre foi a observadora quieta da casa, com aqueles olhos verdes que pareciam sugar tudo ao redor, enquanto eu, a mais velha, mandava no pedaço. Nossos pais viajavam muito a trabalho, deixando a gente sozinha na casa grande que dividíamos desde que ela saiu da faculdade. Aos 18, ela já tinha mudado, assumido quem era de verdade – trans, linda, com curvas suaves e um pau que eu só imaginava em devaneios sujos. Eu? Sempre a dominante, corpo atlético, músculos definidos de academia, tatuagem de serpente no pulso que marcava minha vibe de controle total. Solteira por escolha, porque ninguém nunca me satisfez como o tabu de tê-la sob mim.

Tudo começou devagar, numa noite de verão abafado, o ar cheirando a jasmim do jardim e suor fresco. Eu tava no sofá da sala, pernas abertas no short jeans rasgado, top cropped deixando a barriga bronzeada à mostra, lendo um livro qualquer pra disfarçar o tédio. Livia desceu as escadas de pijama leve, jeans justo marcando as coxas e uma blusa solta que mal escondia os seios suaves. Seus cabelos castanhos longos caíam nos ombros, e ela parou no pé da escada, me olhando de um jeito que durou segundos demais. "Ei, mana, ainda acordada?", disse ela, voz baixa, quase um sussurro que arrepiou minha nuca. Eu ergui os olhos castanhos intensos, fixando nos dela, verdes e penetrantes como lâminas. "Senta aqui, Liv. Tá com cara de quem precisa desabafar." Ela hesitou, mas veio, sentando perto demais, o cheiro dela – perfume leve misturado com algo almiscarado, natural – invadindo meu espaço. Nossas coxas se roçaram, pele morena clara contra pele morena clara, e eu senti o calor subindo. Meu clitóris pulsou de leve, já imaginando guiar aquela mão dela pra onde eu quisesse.

Não falei nada, só estiquei a perna, "acidentalmente" roçando o pé no dela. Ela congelou, mas não recuou. O silêncio pesava, só o som do ventilador girando e nossa respiração sincronizando. Meu monólogo interno gritava: Porra, Val, controla. Ela é sua irmã. Mas olha esse tremor no lábio dela... quer ser vista, ser comandada. Levantei, fingindo pegar água na cozinha aberta, e passei por trás dela, minha mão roçando de propósito o ombro tatuado de borboleta. "Você tá tensa, Liv. Quer que eu massageie?" Ela virou o rosto, olhos semicerrados. "Mana... isso é loucura." Mas o tom era de convite, não de recusa. Voltei com as águas, sentei mais perto, e comecei a apertar seus ombros, dedos firmes afundando na carne macia. O gemido baixo que escapou dela foi como gasolina no meu tesão. "Relaxa, eu cuido de você", sussurrei no ouvido, hálito quente roçando a orelha. Seus pezones endureceram sob a blusa, visíveis, e eu imaginei chupando eles até ela implorar.

A primeira escalada veio no dia seguinte, no banheiro apertado que dividíamos. Eu tava saindo do banho, toalha enrolada no corpo musculoso, água pingando dos cabelos longos nos ombros. Livia bateu na porta, mas eu gritei "Entra!", sabendo que era ela pelo cheiro de café que vazava pelo corredor. Ela abriu, vestindo só uma calcinha boxer e camiseta velha, pau semi-duro marcando o tecido – uns 15 cm de comprimento reto, circunferência grossa o suficiente pra preencher, com pelos aparados em volta. Seus olhos verdes fixaram no meu corpo, descendo pras minhas coxas definidas, subindo pro top implícito da toalha. "Desculpa, mana, preciso pegar escova." Mas ela não se mexeu. Eu soltei a toalha devagar, deixando cair, nua total: buceta apertada, lábios médios já úmidos de tesão, clitóris proeminente inchando sob o olhar dela, pelos aparados em triângulo perfeito. O ar gelou minha pele bronzeada, mas o calor entre as pernas era fogo. "Olha à vontade, Liv. Você sempre observa tudo." Ela engoliu em seco, pau endurecendo visivelmente, prepúcio retraindo devagar na glande rosada. "Val... a gente não pode." Mas sua mão tremeu, roçando a própria coxa. Eu me aproximei, peito roçando o dela, e segurei seu queixo com autoridade. "Pode sim. E vai." Nosso primeiro beijo foi ali, faminto, minha língua invadindo a boca dela, gosto de menta misturado com desejo cru. Suas mãos nas minhas curvas, submissas, enquanto eu apertava sua bunda macia.

A tensão explodiu na conversa secreta dois dias depois, à noite, no meu quarto. Pais fora de novo, casa vazia exceto pelo risco distante de vizinhos curiosos. Eu a chamei: "Vem cá, Liv. Hora de falar sério." Ela entrou, postura relaxada mas olhos hipnóticos nervosos, vestindo jeans justo e blusa que realçava as curvas suaves. Fechei a porta, tranca estalando alto no silêncio. Sentei na cama king size, pernas abertas em convite dominante, shortinho deixando a buceta quase exposta. "Senta no chão, entre minhas pernas. Olha pra mim." Ela obedeceu, joelhos no tapete macio, rosto na altura da minha virilha. O cheiro do meu tesão já pairava, úmido e doce. "Eu sei que você me espia, mana. No banho, no quarto. Seu pau fica duro pensando em mim?" Ela corou, mas admitiu baixinho: "Sim... sempre quis te ver gozar, Val. Mas você é minha irmã." Eu ri, voz rouca, e puxei os cabelos dela pra cima. "Irmã que te domina agora. Tira a roupa." Ela tirou, pau saltando livre: 15 cm retos e grossos, veias pulsando, glande brilhando de pré-gozo, bolas lisas e aparadas. Eu me toquei por cima do short, gemendo: "Boa menina. Agora me come com os olhos enquanto eu te guio."

Aí veio o clímax, explosivo, como eu sonhava. Tirei o short devagar, buceta exposta: molhada pra caralho, lábios inchados, clitóris duro como pedra proeminente. "Lambe." Ela se inclinou, língua quente e hesitante lambendo meu clitóris, depois mergulhando nos lábios médios, sugando o mel que escorria. "Porra, Liv, isso... mais fundo." Eu gemi alto, mãos nos cabelos dela puxando, quadris rebolando na cara dela. O gosto dela na minha pele, salgado e doce, som de chupadas molhadas enchendo o quarto. Seu pau latejava no ar, pré-gozo pingando no tapete. "Agora mama meu clitóris, vadiazinha." Ela obedeceu, sugando forte, e eu gozei na boca dela pela primeira vez – ondas quentes, buceta contraindo apertada, esguichando um pouco no queixo dela. "Ai, caralho! Boa, mana!"

Não parei. Levantei ela pela tatuagem no ombro, joguei na cama de bruços, amarras leves do meu kit secreto nos pulsos – lenços de seda que ela nem resistiu. "Seu pau é meu agora." Espalmei a bunda dela, abrindo, e chupei o cuzinho rosado primeiro, língua rodando enquanto masturbava o pau dela devagar, punho apertando a grossura de 11 cm de circunferência. Ela gemia: "Val, por favor... fode minha boca." Virei ela, ajoelhei sobre o rosto, buceta pingando na boca aberta. "Chupa enquanto eu cuido do seu caralhinho." Montei no pau dela, devagar, sentindo ele entrar na minha buceta tight e encharcada – esticando perfeito, reto e fundo, batendo no colo do útero. "Porra, que pau gostoso, Liv! Irmãzinha me fodendo gostoso." Rebolava forte, músculos das coxas flexionando, suor escorrendo entre nossos corpos morenos, cheiro de sexo puro no ar – porra, suor, mel da buceta. Ela grunhia na minha buceta: "Mana, goza no meu pau... me deixa ver você explodir."

Acelerei, cavalgada selvagem, unhas cravando os peitos dela, pinching os mamilos. "Me fode de volta, agora!" Ela empurrou pra cima, pau socando fundo, bolas batendo na minha bunda. O risco veio: barulho de carro na rua, faróis iluminando a cortina fina – vizinho voltando? Congelamos por um segundo, corações disparados, mas o tesão venceu. "Não para, porra!", rosnei, e voltei a quicar, buceta apertando o pau dela como luva molhada. "Tô gozando de novo, Liv! Goza dentro, enche a buceta da sua irmã!" Ela explodiu primeiro, jatos quentes de porra enchendo meu interior, grosso e abundante, escorrendo pelas coxas enquanto eu gozava junto – grito abafado na minha mão, corpo tremendo, clitóris roçando a base do pau dela.

Desamarrei ela, caímos suadas na cama, cheiro de porra e buceta no ar, corpos entrelaçados. "Isso foi... incrível, mana", ela sussurrou, vulnerável, olhos verdes brilhando. Eu beijei a testa dela, possessiva. "E vai ser nosso segredo. Toda vez que os pais saírem, você é minha. Entendeu?" Ela assentiu, pau amolecendo contra minha coxa, mas já endurecendo de novo só de ouvir. A gente continuou assim, roubadas noites de poder e entrega, o tabu nos unindo mais que sangue. Ninguém nunca soube, e eu não mudaria nada. Meu controle total, o voyeur dela saciado de perto. Perfeito.

Comentários

Nenhum comentário

Seja o primeiro a comentar.