Desde o primeiro papo no app de tesão, soube que Lucas seria meu para controlar por completo. Comandos precisos, amarras leves e prazer consensual que o faz se render totalmente.
Eu confesso: desde que pus os olhos no Lucas pela primeira vez, num daqueles apps de papo safado onde a gente só troca tesão sem compromisso, eu soube que ia dominá-lo por completo. Aos 32, eu já tinha rodado o mundo dos prazeres, mas nada como o fogo que acende em mim quando um homem como ele — alto, atlético, com aqueles olhos verdes que piscam curiosos — se rende aos meus comandos. Ele, com 35 anos, solteiro e adaptável como água, topou o jogo na hora. "Me usa como quiser, Valéria", ele disse na nossa primeira troca de mensagens, e eu senti a buceta pulsar só de imaginar. Não era só foder; era controle total, amarras leves nos pulsos dele, eu ditando cada gemido, cada gota de suor. Limites claros: nada de dor pesada, só prazer que dói de tão bom, consentimento a cada passo. E agora, aqui vai meu desabafo cru, porque guardar isso dentro de mim é tortura.
Tudo começou numa noite de sexta, no meu apê pequeno no centro, luz baixa de abajur filtrando pelas cortinas semiabertas, o cheiro de incenso de sândalo misturado com o vinho tinto que a gente abriu pra aquecer. Eu tava com meu top cropped preto justo, realçando os músculos dos braços e a tatuagem de serpente no pulso esquerdo, jeans rasgado na coxa mostrando a pele morena bronzeada. Ele chegou pontual, 182 cm de altura preenchendo a porta, calça jeans apertada marcando o volume do pau já meia-bomba, camiseta básica colada no peito definido, cabelo preto cacheado bagunçado e aquele piercing na sobrancelha esquerda brilhando. "Entra", eu ordenei, voz firme, olhos castanhos fixos nos dele, e ele obedeceu sem piscar, o cheiro dele — loção pós-barba amadeirada e um leve suor fresco — invadindo o ar.
Sentei no sofá, pernas cruzadas, e mandei ele ficar de pé na minha frente. "Tira a camisa devagar, Lucas. Me mostra o que eu vou controlar hoje." Ele hesitou um segundo, olhos verdes faiscando de curiosidade, mas puxou a camiseta pela cabeça, revelando o torso oliva bronzeado, músculos flexíveis se contraindo sob a pele. Eu me levantei, circundei ele como uma predadora, unhas traçando a linha da espinha dele, sentindo o tremor leve. "Você é meu agora. Cada toque, cada respiração. Entendeu?" "Sim, Valéria... usa eu", ele respondeu, voz baixa e rouca, pau endurecendo visível na calça. Meu coração batia forte, a buceta já molhada, lábios médios inchando de tesão, clitóris proeminente latejando contra a calcinha. Eu adorava isso: o poder de ver ele se render, o risco sutil de vizinhos ouvirem através da parede fina.
Puxei ele pro quarto, espaço confinado com cama king desarrumada, espelho no teto refletindo tudo, ar quente e úmido como prelúdio. "De joelhos", ordenei, e ele caiu, mãos nas coxas, olhando pra cima com aquela postura camaleônica se moldando à minha vibe dominante. Desabotoei o jeans dele devagar, zipper descendo com som metálico ecoando, e liberei o pau: 15 cm retos, grossos uns 11 cm de circunferência, prepúcio macio retraindo pra mostrar a glande rosada, pelos aparados na base. "Que caralho lindo... mas não goza sem eu mandar, tá?" Toquei de leve, polegar circulando a cabeça úmida de pré-gozo, sentindo o calor pulsar na palma. Ele gemeu baixo, "Porra, Valéria... tá me matando", quadris se mexendo involuntário. Eu ri, possessiva, e apertei a base. "Quieto. Controle é meu."
Peguei as amarras leves do drawer — lenços de seda preta, macios mas firmes —, amarrei os pulsos dele atrás das costas, testando o nó. "Solto se quiser, mas você não vai." Ele assentiu, respiração acelerada, suor perolando a testa. Joguei ele na cama de bruços, subindo em cima, minhas coxas musculosas apertando as dele, buceta roçando a bunda dele através do jeans meu ainda. Desci beijos na nuca, mordidas leves no ombro, cheirando o sal do suor dele misturado ao meu perfume de baunilha. "Me diz o que você quer, vadinho." "Quero te foder... te lamber... por favor", ele implorou, voz abafada no travesseiro. Virei ele de costas, montei no peito dele, tirei o top devagar, seios firmes balançando livres, mamilos duros roçando a pele dele. "Primeiro, você me serve."
Desci a calcinha, buceta aparada com pelos curtos e pretos emoldurando os lábios médios já abertos e encharcados, umidade escorrendo coxa abaixo. Sentei no rosto dele, clitóris proeminente pressionando a boca. "Lambe, Lucas. Bem fundo." A língua dele invadiu, quente e ávida, chupando o mel que escorria, som molhado de sucção preenchendo o quarto. Eu gemi alto, "Isso... porra, que língua boa... mas devagar, senão paro." Controle total: eu ditava o ritmo, subindo e descendo, quadris rebolando no nariz dele, cheiro de sexo puro no ar, gosto salgado dele na minha pele. Ele grunhiu contra mim, pau latejando no ar, gotas de pré-gozo pingando na barriga. Meu corpo atlético brilhava de suor, músculos das coxas flexionando, postura ereta me fazendo sentir uma deusa.
Quase gozei ali, mas parei, o primeiro "quase" pra torturá-lo. "Agora, de lado." Amarrei os tornozelos leves também, deixando ele exposto, vulnerável. Peguei óleo de massagem, derramei no pau dele, mão subindo e descendo devagar, edging puro: bombeava até ele arquear, "Valéria, porra, me deixa gozar!", e parava, apertando a base. "Não. Implora direito." "Por favor, dona... fode meu pau, usa ele pra você." Ri, montando nele devagar, buceta apertada engolindo o caralho grosso centímetro por centímetro. Ele era straight, preenchendo perfeito, glande roçando as paredes internas, minha umidade alta lubrificando tudo. "Caralho, que buceta quentinha e apertada... me aperta mais", ele gemeu, olhos verdes vidrados no espelho acima, vendo eu cavalgar.
Construí devagar, 60% da tensão ali: subia até a cabeça sair, descia forte, coxas batendo nas dele, som de pele chapinhando, suor pingando. Meu clitóris roçava o púbis dele a cada estocada, ondas de prazer subindo. "Mais rápido? Pede." "Mais rápido, porra! Me fode forte!" Acelerei, unhas cravando o peito dele, amarras rangendo, risco de vizinho bater na porta com os gemidos ecoando — "Ai, Lucas... seu pau é meu brinquedo!" Ele se contorcia, "Tô segurando... mas não aguento, Valéria!" Segundo "quase": parei no topo, buceta pulsando ao redor dele, ele xingando baixo.
Terceiro escalada: virei de costas, reverse cowgirl pro espelho mostrar tudo — minha bunda definida quicando, tatuagem serpente brilhando, buceta esticada engolindo o pau. "Olha pra gente. Vê quem manda." Toquei meu clitóris proeminente, círculos rápidos, enquanto rebolava devagar de novo. Cheiro de sexo pesado, gosto de suor na boca quando lambi os dedos dele. Ele bufou, "Você é foda... me possui toda." Ritmo lento virando médio, tensão no ar como eletricidade, monólogo interno meu gritando: Porra, ele é perfeito pra isso, se entrega sem drama, me deixa no controle total.
Clímax explodiu quando soltei as amarras dos pulsos — "Agora, me agarra, mas eu mando o ritmo." Ele obedeceu, mãos nas minhas ancas, mas eu cavalgava selvagem, frases curtas no pico: Pau. Dentro. Fundo. Goza. "Porra, Valéria! Tô gozando!" Jatos quentes enchendo minha buceta apertada, leite escorrendo, contraindo em volta dele enquanto meu orgasmo veio em ondas, clitóris explodindo, "Ai, caralho! Goza tudo, seu puto submisso!" Gritei, corpo tremendo, suor colando pele na pele, som de squirt leve molhando as coxas dele. Ele grunhiu, "Sua buceta me sugou seco... foda-se, melhor foda da vida."
Desci devagar, pau amolecendo saindo com fio de porra, lambi limpo devagar, gosto salgado dele na língua. Soltei as pernas, deitamos lado a lado, respiração pesada, meu corpo protetor envolvendo o dele. "Você foi perfeito, Lucas. Meu." Ele sorriu, exausto, "Qualquer hora de novo... seu controle me vicia." Saciedade profunda me invadiu, fetiche realizado: dominação total, sem culpa, só prazer cru. Saímos pro banho juntos, água quente lavando o suor, mas o cheiro de nós ficou na memória. Solteira e dona de mim, eu sei: isso é o que me faz viva. E se rolar mais? Eu mando.

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