Desejo Tabu pelos Filhos Adultos

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Desejo Tabu pelos Filhos Adultos

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Divorciada e solitária aos 38, Valentina sente uma atração incontrolável crescer por seus filhos independentes que moram com ela. Olhares prolongados e toques acidentais na cozinha acendem o maior tesão de sua vida.

Eu nunca imaginei que o tabu mais profundo da minha vida viraria o maior tesão dela. Aos 38 anos, divorciada e no controle total da minha rotina, eu via minha família como algo sagrado, intocável. Larissa, minha filha de 28, com aquele corpo atlético e curvas firmes que herdou de mim, sempre foi a rebelde livre, solteira e cheia de energia. Thiago, meu filho de 32, atlético como um deus grego, solteiro também, com aquela vibe descontraída que atrai todo mundo. Eles são adultos, independentes, mas ainda moram comigo nessa casa grande que eu sustento com meu trabalho como executiva. O divórcio me deixou sozinha demais, e o desejo foi crescendo devagar, como uma chama que ninguém apaga. Começou com olhares que duravam um segundo a mais, toques "acidentais" na cozinha, e eu, Valentina, a controladora, decidi que ia explorar isso. Sem culpa, só tesão puro e consentido.

Tudo explodiu numa sexta-feira chuvosa. Eles voltaram de uma festa juntos – Larissa com jeans justos grudados nas coxas grossas, top decotado mostrando o piercing no umbigo brilhando sob a luz fraca da sala, cabelos pretos soltos e úmidos cheirando a chuva e perfume doce. Thiago atrás dela, camiseta básica colada no peito definido, jeans marcando o volume que eu já tinha notado em banhos de sol no quintal, tatuagem tribal no ombro direito aparecendo na gola. "Mãe, a festa tava louca, mas choveu pra caralho e viemos pra cá", disse Larissa, rindo, jogando as chaves na mesa. O cheiro de álcool e suor deles invadiu a sala, misturado ao meu perfume amadeirado de couro e baunilha. Eu tava de terninho justo preto, coque alto, piercing no septo reluzindo, pernas cruzadas no sofá, sentindo o calor subir entre as coxas só de vê-los assim, exaustos e vivos.

Sentei eles no sofá comigo, abri uma garrafa de vinho tinto que eu guardava pra noites assim. "Contem tudo, sem filtro", eu disse, voz firme, olhos verdes cravados nos deles. Larissa se jogou do meu lado esquerdo, coxa encostando na minha, pele morena clara quente contra meu bronzeado oliva. Thiago do direito, braço roçando o meu, cheiro masculino de colônia e transpiração me deixando zonza. Falamos da festa, risadas altas, mas os olhares... porra, os olhares diziam tudo. Larissa olhava pro irmão com malícia, mordendo o lábio cheio, e eu via Thiago endurecendo no jeans, pau marcando reto e grosso ali embaixo. Meu clitóris proeminente pulsava na calcinha, buceta já úmida, pelos aparados coçando de tesão. "Vocês dois são tão parecidos comigo... fortes, livres", eu disse baixinho, mão na coxa dela, sentindo o músculo firme sob o jeans. Ela não recuou, só sorriu provocante. "É, mãe. Às vezes penso como seria se a gente... soltasse mais."

A primeira escalada veio ali, no vinho. Minha mão subiu devagar pela coxa de Larissa, dedos traçando o cós do jeans, sentindo o calor da pele morena. Ela arfou, olhos verdes iguais aos meus dilatados. Thiago assistia, pau agora inchado, 15 cm de comprimento reto pressionando o tecido, prepúcio marcado de leve. "Mãe...", ele murmurou, voz rouca, mas eu segurei o queixo dele com a outra mão, virando o rosto pro meu. "Shh. Deixa eu controlar isso." Beijei ele primeiro, lábios cheios nos dele carnudos, língua invadindo devagar, gosto de vinho e cerveja da festa. Ele gemeu no meu peito, mãos subindo pros meus seios firmes sob o terninho. Larissa assistia, mão na própria buceta por cima do jeans, esfregando. O risco? A janela aberta, vizinhos do outro lado da rua, chuva batendo forte, mas luz acesa. Meu coração acelerava, mas o poder me acendia mais.

Levantei, dominante como sempre, tirei o paletó devagar, mostrando a blusa justa nos ombros musculosos e braços definidos. "Quarto de vocês. Agora." Eles obedeceram, tropeçando na escada, eu atrás, cheirando o rastro de tesão no ar úmido. No quarto de hóspedes – o maior, cama king size –, fechei a porta, mas deixei uma fresta, risco calculado pra me excitar mais. Mandei eles se despirem. Larissa primeiro: jeans deslizando pelas curvas firmes, calcinha preta fina revelando buceta aparada, lábios médios já inchados e molhados, clitóris proeminente brilhando. Seios médios, firmes, mamilos duros. Thiago nu: corpo atlético, pau reto de uns 15 cm ereto, grossura de 11 cm na base, pelos aparados na virilha, bolas pesadas balançando. Eu me despi devagar, terno no chão, corpo mesomorfo nu: músculos das coxas e abdômen marcados, buceta úmida alta, lábios médios abertos, cheiro almiscarado forte.

Segunda escalada: os toquei sem penetrar ainda. Empurrei Thiago na cama, montei no rosto dele, buceta no nariz reto e lábios carnudos. "Lambe, filho. Lambe a buceta da tua mãe." Ele obedeceu, língua quente chupando meu clitóris proeminente, molhando os pelos aparados, gosto salgado do meu mel escorrendo na boca dele. Larissa de joelhos entre minhas pernas abertas, chupando minhas coxas musculosas, mordendo de leve, mãos nos seios dela mesma. "Porra, mãe, vc é tão gostosa... tão forte", ela gemeu, voz vibrante. Eu gemi alto, "Ai... isso, filha, chupa aí também." Virei, dei minha buceta pra ela lamber enquanto Thiago se masturbava, pau latejando, pré-gozo pingando. O som de línguas chapinhando, respiração pesada, suor escorrendo pelas nossas peles oliva e morenas. Meu monólogo interno gritava: isso é errado, mas é nosso, consentido, e eu controlo tudo.

Terceira escalada veio com o risco maior: ouvi passos no corredor – empregada? Vizinho? Não importava. Segurei os dois pela nuca, "Quietos." Eles pararam, ofegantes, corpos tremendo. Passos sumiram, e eu rosnei: "Agora fode. Mas eu mando." Posicionei Larissa de quatro na cama, cu empinado, buceta pingando. Thiago atrás, pau reto na entrada dela. "Vai devagar, filho. Fode tua irmã pra mim ver." Ele empurrou, gemendo "Porra, mana... tão apertada", entrando centímetro por centímetro na buceta úmida dela, lábios médios se abrindo em volta da grossura. Larissa gritou "Ai, caralho! Thiago, fode mais!", quadris rebolando, piercing no umbigo balançando. Eu assistia, dedos na minha buceta, esfregando o clitóris inchado, cheiro de sexo preenchendo o quarto – suor, porra, mel doce.

Não aguentei. Clímax explodindo: montei no rosto de Larissa agora, buceta dela lambuzada de porra do irmão pingando, enquanto ele me fodia por trás. "Enfia esse pau na mãe, Thiago. Fode minha buceta forte." Ele obedeceu, pau quente e grosso abrindo meus lábios médios, apertando a entrada average, batendo fundo nos 15 cm retos, bolas batendo no meu clitóris. "Mãe... porra, tão molhada... tão gostosa!", ele grunhiu, mãos nos meus quadris musculosos, unhas cravando. Larissa chupava meu clitóris por baixo, língua no pau dele entrando e saindo, gosto misturado de nós três. "Gozem na minha boca, seus putos", eu mandei, voz rouca de poder. Ritmo acelerando: ele metia rápido, pau inchando, "Vou gozar, mãe!", eu sentia as veias pulsando. Larissa gemia "Eu tbm... fode, irmão!", buceta dela contraindo nos dedos que enfiei ali.

Explosão: Thiago gozou primeiro, jatos quentes enchendo minha buceta, porra escorrendo pelas coxas, cheiro forte de sêmen. "Toma, mãe! Toma tudo!", ele rosnou, corpo tremendo contra minhas costas suadas. Eu gozei em seguida, ondas violentas, "Porraaaa! Gozando na boca da minha filha!", esguichando mel na cara dela, clitóris latejando. Larissa veio por último, dedos meus no cu dela apertando, "Ai, mãe! Caralho, que delícia!", corpo convulsionando, buceta apertando meu punho parcial. Caímos os três, embolados na cama encharcada, cheiros misturados – suor salgado, porra azeda, bucetas doces –, respirações ofegantes, peles coladas quentes.

Ficamos ali, eu no meio, braços ao redor deles, dominante mesmo exausta. "Isso fica entre nós. Mas vai rolar de novo. Eu decido quando." Larissa beijou meu pescoço, "Sempre, mãe. Vc manda." Thiago acenou, pau amolecendo na minha coxa, "Qualquer hora." O risco? Ainda ali, mas agora é nosso segredo sujo, quente, que só cresce. Sem culpa, só mais fome. Amanhã, quem sabe na cozinha...

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