Cuckold Lésbico: Dominei Mulheres para Meu Submisso

8
Capa da história: Cuckold Lésbico: Dominei Mulheres para Meu Submisso

Cuckold Lésbico: Dominei Mulheres para Meu Submisso

Avatar de @damaferoz
@damaferoz8 min de leitura
173
8
6

Em um casamento morno, propus ao meu marido passivo que eu saísse para foder com mulheres, enquanto ele esperava ansioso por cada detalhe sujo. O ciúme e o tesão cru transformaram nossa rotina em um jogo de dominação irresistível.

Eu nunca imaginei que confessaria isso pra mim mesma, mas aqui vai: meu casamento tava virando uma rotina morna, do tipo que apaga qualquer faísca. Meu marido, vamos chamá-lo de simples assim, "o meu amor submisso", sempre foi mais passivo, daqueles que curte me ver no controle. Há uns meses, numa noite de vinho e conversa solta, eu soltei a bomba. "E se eu saísse pra foder com quem eu quisesse? Você ficaria aqui, pau duro, imaginando cada detalhe, e depois eu volto pra te contar tudo?" Ele piscou, o rosto vermelho, mas o volume na calça denunciou. Era um jogo, um desafio nosso. Cuckold puro, sem culpa, só tesão cru. Ele topou na hora, olhos brilhando de ciúme misturado com excitação. "Vai, Valentina, domina elas pra mim", ele disse, voz tremendo. Elas? Sim, porque eu escolhi mulheres. Luna e Beatriz, duas que eu conheci num app de encontros casuais, perfis que me deixaram molhada só de ler. Nada de homem dessa vez – queria algo mais íntimo, mais meu. Meu corpo forte, 178cm de músculos definidos e presença que cala multidões, tava pronto pra comandar.

Tudo começou devagar, como eu gosto. Construção de tensão é meu vício. Primeiro, troquei mensagens com Luna. Ela, 35 anos, vibe etérea, cabelos castanhos ondulados caindo nos ombros, pele oliva suave. "Quero te sentir devagar, respirações sincronizadas, unir nossas energias", ela escreveu. Meu clitóris proeminente latejou só de imaginar. Depois Beatriz, 29, curvas generosas, pele caramelo, olhos verdes safados e piercing no umbigo piscando nas fotos. "Vem pra uma noite suada, sem frescuras, bucetas se esfregando até gozar gritando", rebateu ela, direta como um tapa. Meu marido lia tudo por cima do meu ombro, pauzinho meia-bomba na cueca, mordendo o lábio. "Elas vão te foder gostoso, amor? Me manda fotos?", implorava ele. Eu ria, apertando sua garganta de leve. "Você vai imaginar, corno. Só imaginar." Planejei tudo: um hotel discreto no centro, quarto com espelho no teto, luz baixa, cheiro de incenso pra dar o clima. Saí de casa arrumada pra matar – terninho preto justo marcando meus músculos, coque alto, piercing no septo brilhando, perfume amadeirado forte. Ele me beijou na porta, sussurrando: "Goza por mim, Valentina. Volta cheirando a elas."

No carro, o coração acelerava. Meu marido mandava mensagens nonstop: "Tá chegando? Elas são gostosas ao vivo?" Eu respondia com fotos do trânsito, teaseando: "Molhada já, pauzinho. Imagina minhas coxas fortes abrindo pras bucetas delas." Cheguei no hotel suando de antecipação, o ar condicionado gelado arrepiando minha pele oliva. Subi, bati na porta do quarto 407. Luna abriu, túnica leve fluindo no corpo esguio de 168cm, olhos castanhos profundos me engolindo. "Valentina... entre, sinta o espaço." O quarto cheirava a jasmim e algo mais primal, suor fresco. Beatriz tava no sofá, vestido colado nas curvas, pernas cruzadas, sorriso malicioso. "A rainha chegou. Vem, senta aqui." Sentei entre elas, minhas coxas musculosas roçando as suaves delas. O silêncio inicial era elétrico, olhares se cruzando como lâminas. Meu marido ligou: "Tá com elas? Descreve." Atendi no viva-voz, voz baixa: "Luna cheira a paz e tesão, Beatriz a festa suada. Pau duro aí?" Ele gemeu: "Porra, sim. Fode elas pra mim."

A tensão subiu devagar, como eu mando. Começamos com vinho tinto, copos tilintando, respirações se aprofundando como Luna gosta. Ela se aproximou primeiro, mão leve no meu joelho, unhas traçando círculos. "Respira comigo", sussurrou, olhos nos meus. Inalei fundo, sentindo o peito dela roçar meu braço. Beatriz riu baixa, mão na minha nuca: "Vai devagar não, Valentina. Eu quero provar essa boca cheia." Beijei Luna primeiro, lábios macios se abrindo, língua dançando lenta, gosto de vinho e mel. Meu corpo dominante tomava conta, mão no cabelo ondulado dela, puxando de leve. Beatriz assistia, dedinhos abrindo o vestido, revelando seios fartos. "Porra, que tesão ver vocês duas", disse ela, voz rouca. Meu clitóris inchava, buceta aparada já úmida, lábios médios pulsando. Tirei a camisa do terninho, expondo meus peitos firmes, músculos do abdômen definidos brilhando no suor. Luna gemeu: "Seu corpo... forte, tão vivo." Desci a mão pela túnica dela, sentindo curvas suaves, pele quente como sol poente.

Meu marido mandava áudios: "Tá beijando? Me conta os detalhes, amor." Ignorei por um segundo, focada nelas. Beatriz se jogou, boca no meu pescoço, mordendo suave, mãos apertando minhas coxas. "Abre pra mim, domadora." Eu obedeci ao meu tesão, não a ela – pernas fortes se abrindo, saia do terninho subindo. Luna desceu devagar, tantra puro, beijos na clavícula, no umbigo, cheiro da minha buceta subindo pro ar. "Tão molhada... high wetness, como eu sonhei", sussurrou ela, lábios roçando meu monte aparado. Beatriz riu: "Deixa eu provar primeiro." Elas trocaram olhares, e eu comandei: "Luna primeiro. Devagar." Ela obedeceu, língua traçando meus lábios médios, sugando o clitóris proeminente devagar, respirações sincronizadas fazendo meu corpo tremer. Gemi alto: "Porra, isso... chupa mais fundo." Beatriz se masturbava ao lado, dedos na buceta dela de lábios médios, úmida e aparada, gemendo: "Olha essa buceta forte se abrindo."

O risco de flagra veio quando o telefone vibrou de novo – marido: "Manda foto da buceta delas." Beatriz pegou o celular, selfie safada da mão dela no meu peito: "Pra corno ver." Enviei, coração disparado. Elas riram, tensão explodindo. Tirei o resto da roupa, nua e imponente, 178cm de poder. Puxei Luna pro chão, tapete macio sob nós, e chupei ela. Buceta dela small labia, molhada pra caralho, clit average latejando na minha língua. "Ai... sincroniza a respiração", gemeu ela, quadris subindo. Beatriz veio por trás, dedos na minha buceta average tightness, dedando firme: "Tá apertadinha, Valentina. Imagina o corno agora, pauzinho vazando pré-gozo." Eu rosnei, virando e empurrando Beatriz na cama. "Minha vez de mandar." Espalhei as pernas dela, curvas generosas tremendo, buceta úmida com clit proeminente. Chupei voraz, gosto salgado e doce, enquanto Luna lambia meu cu de leve, tantra misturado com selvageria.

A construção tava no pico, corpos suados colados, cheiro de buceta e perfume misturado, sons de lambidas molhadas e gemidos ecoando no quarto espelhado. No espelho, via meu corpo musculoso dominando as duas: Luna serena se contorcendo, Beatriz desinibida gritando "Fode minha buceta com a boca!". Meu marido ligou vídeo: "Mostra pra mim." Atendi tremendo, câmera na buceta de Beatriz sendo devorada por mim. "Olha, corno. Elas são minhas agora." Ele gemia do outro lado: "Porra, Valentina... goza nelas." Desliguei, focando no clímax.

Agora o explosivo. Joguei Beatriz de costas, Luna de quatro ao lado. Peguei o strap-on que trouxe – pau de silicone grosso, preto, meu fetiche de dominação. "Primeiro você, aventureira." Lubrifiquei, cheiro forte no ar, e enfiei devagar na buceta dela, tightness average cedendo, ela gritando: "Caralho, que pauzão! Fode fundo!" Bombeava forte, músculos das coxas flexionando, peitos balançando. Luna assistia, dedos na própria buceta, depois veio chupar meu clitóris exposto enquanto eu fodia Beatriz. "União... ai, porra!", gemeu Luna. Troquei: Luna debaixo, slow entry, ela respirando fundo: "Sinta minha energia." Mas eu acelerei, pauzinho de silicone estocando, sua wetness high escorrendo nas minhas coxas. Beatriz dedava meu cu, três dedos: "Relaxa o cuzinho, domadora. Tá quentinho." Gritei, orgasmos vindo em ondas.

Primeiro gozo meu: buceta contraindo no strap, jatos molhando Luna. "Porraaa!" Elas gozaram em sequência – Beatriz esguichando forte, cheiro de squirt no ar, Luna tremendo espiritual, "Energia explodindo!". Nos embolamos, 69 triplo improvisado: eu chupando Beatriz, ela Luna, Luna eu. Línguas em bucetas, dedos em cus, suor pingando, gemidos fundidos: "Chupa meu clit!", "Deda mais!", "Gozar... ai caralho!". Horas assim, corpos exaustos mas insaciáveis. Luna tantrica guiando respirações no segundo round, Beatriz levando pro group sex selvagem com vibrador que trouxe – zumbido alto, inserido na minha buceta enquanto eu comia ela. "Sente isso, Valentina? Tesão puro." Meu terceiro gozo veio gritando, visão embaçada, gosto de porra imaginária na boca.

No final, deitadas suadas, cheiro de sexo impregnado nas lençóis, rindo baixinho. "Você manda bem, Valentina", disse Beatriz, beijando meu piercing. Luna: "Conexão profunda." Meu marido bombardeava mensagens: "Volta logo, preciso te foder ouvindo tudo." Saí dali zonza, corpo dolorido de prazer, buceta inchada e sensível.

Cheguei em casa de madrugada, ele na sala, pau na mão, olhos famintos. "Conta tudo, amor. Cada lambida." Eu sentei no colo dele, cheirando a elas, e sussurrei detalhes crus: "Luna chupou meu clit proeminente devagar, Beatriz gozou esguichando na minha cara." Ele gemeu, enfiando o pau na minha buceta usada, escorregadia de resquícios. "Sou seu corno, fode mais com elas." Fodi ele devagar, dominando, gozando de novo pensando nelas. Nosso jogo só começou – próxima vez, talvez ele assista. Sem culpa, só poder e tesão eterno.

Comentários

Nenhum comentário

Seja o primeiro a comentar.