Tia Lésbica e a Sobrinha Virgem

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Tia Lésbica e a Sobrinha Virgem

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Nina, fisioterapeuta lésbica sempre excitada, recebe a sobrinha inocente Lívia em casa e sente o desejo proibido pelo corpo perfeito dela incendiar sua buceta.

Olá a todos e todas, sou Nina (Fictício), sou fisioterapeuta, solteira, tenho 24 anos, morena, cabelos negros longos até a cintura, seios médios e firmes, quadril largo que balança quando ando, bunda empinada e redondinha, e uma buceta sempre molhada, tipo pingando de tesão o tempo todo. Moro em uma cidade litorânea aqui no Nordeste, sou baiana de coração, e fiz este relato pra vocês porque não aguento mais guardar essa putaria toda só pra mim.

Tudo começou quando minha sobrinha Lívia veio passar uns dias aqui em casa, tipo uma visita surpresa que mudou tudo. Ela tem 18 anos recém-completados, é virgem total, mora no interior com meus pais e tias, é muito inocente e religiosa, daquelas que reza toda noite e vai à igreja todo domingo. É branquinha como leite, cabelos loiros ondulados caindo pelos ombros, seios fartos e empinados que balançam gostoso, bunda grande e redonda que parece pedida pra ser apertada, pernas torneadas e lisinhas, uma delícia de menina que faz qualquer uma babar.

Eu sempre fui lésbica, desde os 14 anos quando me masturbei pela primeira vez pensando em mulheres, sentindo minha bucetinha inchando só de imaginar línguas e dedinhos. Já tive vários relacionamentos com mulheres, namoradas gostosas que me comiam todinha, mas nunca com familiares, isso era tabu até então. Mas quando vi Lívia chegando de ônibus, com aquela carinha de safada inocente, olhos grandes e azuis piscando, mochila nas costas e um vestidinho soltinho colado no corpo suado da viagem, meu tesão explodiu pra caralho. Meu shortinho ficou encharcado na hora, senti o mel escorrendo pelas coxas.

Ela chegou animada, me abraçou forte logo na porta, apertando o corpo todo contra o meu, senti seus seios macios e quentes esmagando os meus, o cheiro dela de sabonete misturado com suor fresco invadindo minhas narinas. "Oi titia, que saudade pra caralho!" disse ela, rindo com aquela voz fininha e doce. Eu sorri, coração batendo forte, e a levei pro quarto de hóspedes, que eu já tinha arrumado com lençóis cheirosos e travesseiros fofos. Enquanto arrumava suas coisas na mala, notei que ela olhava pra meu corpo o tempo todo, os olhinhos descendo pro meu decote, pro meu quadril. Eu tava de shortinho curto jeans que mal cobria a bunda, e blusinha decotada branca fininha, mostrando minhas curvas todas, os mamilos marcando de leve porque eu já tava excitada.

Naquela noite, depois do jantar que eu fiz de moqueca bem baiana, com dendê cheirando a casa toda, sentamos no sofá pra ver TV. Ela de pijaminha curto rosa, de algodãozinho macio, pernas à mostra cruzadas, a pele branquinha brilhando na luz da tela. O ar condicionado geladinho arrepiava nossa pele, e eu sentia o calor subindo entre as pernas. Comecei a conversa devagar: "Lívia, você namora alguém aí no interior?" Ela corou na hora, as bochechas ficando vermelhinhas tipo tomate: "Não titia, sou virgem ainda, meus pais não deixam nem pensar nisso." Eu ri baixinho, me aproximando um pouquinho: "Que bobagem véi, com 18 anos já devia ter experimentado o sexo, sentir um prazer daqueles que faz tremer as pernas." Ela ficou vermelha mais ainda, baixando os olhos: "Mas é pecado titia, padre fala que é pro homem e mulher só."

Aproveitei o gancho na hora: "Sexo entre mulheres não é pecado, é amor natural, tipo carinho de família elevado." Ela arregalou os olhos grandes, boquinha abrindo de surpresa: "Mulheres com mulheres? Tipo assim mesmo?" Eu me aproximei mais, o sofá afundando debaixo de nós, acariciei sua perna devagar, sentindo a pele lisa e quente, subindo do joelho pra coxa. "Sim, titia pode te mostrar tudinho, sem pressa." Ela não recuou, só respirou fundo, o peito subindo e descendo rápido, os peitinhos marcando no pijama.

Beijei sua boca devagar, lábios macios e frescos como morango, língua tímida dela saindo pra encontrar a minha, dançando devagarzinho. Minhas mãos subiram pelas coxas dela, apertando a carne macia, e senti a calcinha úmida colando na pele, o cheiro de excitação dela subindo, doce e inebriante. "Titia... isso é errado..." murmurou ela contra minha boca, mas já gemia baixinho, um somzinho arrepiado que me deixou louca. Tirei sua blusinha do pijama devagar, revelando os peitinhos rosados, mamilos duros como pedrinhas, chupei um de cada vez, lambendo a auréola, sugando forte enquanto ela arqueava as costas, as unhas cravando no sofá.

Deitei ela no sofá devagar, as almofadas macias amassando, abaixei a calcinha dela pela bundinha redonda, vi sua bucetinha virgem, rosada e inchadinha, molhadinha brilhando toda, pelinhos loirinhos ralos em cima. Lambi devagar da entrada pro clitóris, sentindo o salgadinho do mel dela na língua, ela gritou de prazer: "Ai titia, que delícia isso, não para!" Chupei seu clitóris inchado, rodando a língua em círculos, enfiei a língua na entradinha apertada, fodendo devagar, ela gozou tremendo toda, corpo convulsionando, esguichando na minha boca um jato quentinho e doce que eu engoli todo, lambendo os lábios.

Depois, tirei minha roupa toda, shortinho caindo no chão, blusa voando, mostrei minha buceta depilada, lábios grossos e abertos, mel escorrendo. "Agora você titia, vem cá." Ela hesitante se ajoelhou no sofá, rostinho corado perto da minha buceta, lambeu de leve no começo, língua tímida tocando o clitóris, mas logo pegou o jeito, chupando gostoso, sugando forte, enfiando a linguinha pra dentro, me fazendo gemer alto: "Isso putinha, chupa titia assim!" Gozei na boquinha dela, inundando com meu gozo cremoso, ela tossiu um pouquinho mas engoliu, olhos brilhando de tesão novo.

Levamos pro quarto, na cama king size com lençóis de cetim escorregadios, fizemos 69, eu em cima dela, buceta na cara dela, lambendo a dela de novo enquanto ela me chupava voraz agora. Ensinei ela a usar os dedos, guiando a mãozinha dela pra dentro da minha buceta, fodendo devagar, e eu fodi sua bucetinha virgem com dois dedos, esticando a entradinha apertada, enquanto chupava o cuzinho rosadinho dela, lambendo a rosinha franzida. Ela gozou de novo, gritando meu nome: "Ninaaaa, titiaaaa, tô morrendo de prazer!", corpo se contorcendo, unhas nas minhas costas.

No dia seguinte, saí correndo e comprei um strap-on preto grosso, daqueles com veias realistas, e um plug analzinho prateado pra iniciantes. De volta em casa, untei tudo de lubrificante geladinho, deitei ela de barriga pra cima na cama, pernas abertas, fodi sua bucetinha virgem devagar, rompi o hímen com um empurrão firme, ela chorou de dor misturada com prazer, lágrimas escorrendo: "Dói titia, mas que gostoso!", sangue misturado com mel manchando os lençóis. Depois amei seu cuzinho com o plug, enfiando devagar enquanto chupava os peitinhos dela, ela gozando de novo, pedindo mais.

Passamos a semana inteira fodendo sem parar, tipo viciadas: no banheiro de manhã, eu de joelhos chupando ela enquanto a água quente do chuveiro caía nos corpos, sabão escorrendo pelas curvas; na cozinha à tarde, ela sentada na pia com pernas abertas, eu lambendo enquanto fritava pastel; na praia à noite, escondidinhas nas dunas, areia grudando na pele suada, dedinhos na buceta dela sob a lua. Ela virou minha putinha lésbica, viciada em titia, gemendo "me fode mais titia, não aguento sem você".

Hoje ela voltou pro interior de ônibus, choramingando na despedida, mas já combina de vir todo mês pra eu foder ela gostoso. Somos amantes secretas agora, mandando nudes e áudios safados no zap. Quem sabe um dia trago ela pra um ménage com outra gostosa, pra ver ela gozando na cara de todo mundo.

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