Aos 14 anos, um garoto tímido se derrete pelo corpo perfeito da vizinha ruiva que visita sua mãe toda semana. Rumores sobre ela ser travesti só alimentam suas fantasias secretas e tesões incontroláveis.
Isso aconteceu quando eu tinha 14 anos, eu era um garoto magro, moreno, com um pênis grande pra minha idade: 18 cm. Tipo, eu já me masturbava pensando em mulher desde os 12, mas na real eu era tímido pra caralho, mal falava com as meninas da escola.
Tinha na minha rua, uma mulher que a molecada toda falava ser travesti, pra mim era impossivel, pois era muito feminina. Na minha mente preconceituosa todos transexuais eram masculinizados e feios, tipo aqueles de filme ruim sabe? Putz, eu era burro nessa época.
Ela, que vou chamar com um pseudônimo de Ana, era alta, uns 1,75m fácil, ruiva, bem branquinha, um corpo sexy, daqueles que balança quando anda, peitos grandes e firmes, bunda empinada redonda, um rosto angelical com algumas sardas no nariz e bochechas. Ana era conhecida da minha mãe, se davam bem pra caralho, ela vinha à minha casa pra tomar chimarrão com minha mãe e eu ficava ali no canto, fingindo jogar videogame ou ler gibi.
Ela era simpática e engraçada, contava piada daquelas que faz a gente rir alto, tipo "Ô véi, sua mãe é uma santa por aguentar vocês", mas eu gostava mais do corpo dela, ficava de olho nos peitos e bunda dela, ficava de pau duro e depois ia pro banheiro me aliviar rapidinho, imaginando ela pelada. O cheiro dela era bom, tipo perfume doce misturado com cigarro, e a voz era fina, suave, me deixava louco.
Isso rolava toda semana, tipo toda quinta-feira ela aparecia, vestida com saia curta ou shortinho jeans apertado, blusinha decotada mostrando o colo branquinho. Minha mãe adorava, "Vem cá Ana, senta aqui, pega mais chimarrão", e eu ali, de boa, mas com o coração batendo forte, pau meia-bomba o tempo todo. Uma vez, ela se abaixou pra pegar a cuia que caiu, e eu vi a calcinha preta enfiada na bunda, putz, quase gozei na hora, tive que cruzar as pernas pra esconder.
Eu tentava não olhar muito, mas era impossível, ela percebia né? Sorria pra mim com aqueles olhos verdes, sardas brilhando, e dizia "E aí, garoto, tá crescendo hein? Tá ficando homem", e eu ficava vermelho que nem pimentão, gaguejava "S-sim, tia Ana", e ela ria, voz ecoando na sala, me deixando mais duro ainda. O som da risada dela era gostoso, grave um pouquinho no final, mas sexy pra caralho.
Aí um dia, minha mãe teve que sair correndo pro mercado porque esqueceu de comprar algo pro jantar, e me deixou lá com ela, "Fica aí com a Ana, filho, já volto". Eu tipo "Tá bom mãe", mas por dentro tava em pânico, pau já meia pau só de pensar. Ana ficou lá no sofá, pernas cruzadas, saia subindo um pouco na coxa branquinha e macia, e me chamou "Vem cá, senta aqui do lado, não mordo não".
Eu sentei, tremendo, cheiro dela forte agora, perfume doce invadindo minhas narinas, e ela pôs a mão na minha coxa, tipo de leve, "Tá nervoso por quê, hein? Eu sei que você fica me olhando, garoto safado". Meu pau endureceu na hora, latejando na cueca, 18cm forçando o short. Eu "N-não, eu não...", mas ela riu, se aproximou, peito roçando meu braço, textura macia dos seios, quentinhos.
"Relaxa, eu gosto de garoto como você, magrinho, moreninho, curioso", e aí ela me beijou, boca macia, língua quente entrando na minha, gosto de chimarrão e hortelã. Eu gelei mas correspondi, mãos tremendo no corpo dela, apertando a bunda dura e redonda por baixo da saia, pele lisinha como seda. Ela gemeu baixinho, "Hmm, isso garoto, me apalpa", e eu apertei mais, sentindo a calcinha fio dental.
Aí ela se levantou, trancou a porta da sala rapidinho, voltou e tirou a blusa, peitos pulando livres, grandes, rosados, mamilos durinhos, sardas até ali em cima. "Chupa eles, vai", e eu chupei, lambi, mordi de leve, ela arqueando as costas, gemendo "Ai caralho, que delícia, seu putinho". Cheiro de pele quente, suor leve misturado perfume, som dos gemidos ecoando na sala vazia.
Ela me empurrou pro sofá, abriu meu short, pau pulou pra fora, duro pra caralho, veia pulsando, cabeça roxa brilhando pré-gozo. "Olha só que pica grande, pra tua idade véi, 18cm de puro tesão", ela pegou, masturbou devagar, mão macia e experiente, unhas compridas arranhando de leve, me fazendo gemer alto. "Gosta né? Eu sei que você me quer desde a primeira vez que me viu rebolando na rua".
Aí veio a parte que mudou tudo, ela abaixou a saia e a calcinha, e eu vi: entre as pernas lisinhas, uma rola média, uns 15cm, meio dura já, bolas lisas depiladas. "Sou travesti, garoto, mas e daí? Você tá louco por mim mesmo assim", e eu congelei um segundo, mas o tesão era maior, preconceito voou pela janela, "Porra Ana, que tesão, eu quero mesmo". Ela riu safada, "Sabia que você ia curtir, vem aqui".
Ela me chupou, boca quente molhada engolindo meu pau inteiro, garganta profunda, babando pra caralho, som de slurpe slurpe, língua rodando na cabeça, me deixando louco, pernas tremendo. Eu "Ana, ai véi, que boquete dos infernos", e ela chupava mais fundo, olhos verdes olhando pra mim, sardas dançando. Cheiro de sexo no ar, pré-gozo e saliva.
Depois ela se sentou no meu pau, de frente, peitos balançando na cara, bunda quentinha engolindo meu 18cm devagar, apertadinha pra caralho, quente e úmida, lubrificada sabe-se lá com o quê. "Fode minha buceta de travesti, garoto, mete forte", e eu meti, mãos na bunda dela, subindo e descendo, pele suada escorregadia, som de pele batendo pele, ploc ploc ploc.
Ela rebolava, rola dela batendo na minha barriga, dura agora, pré-gozo pingando no meu umbigo. Eu peguei a rola dela, masturbuei, macia na pele, quente pulsando, e ela gemeu alto "Isso, me punheta enquanto me fode, porra que tesão". O quarto cheirava a suor, porra e perfume, gemidos altos, sofá rangendo.
Eu tava perto, "Ana vou gozar", ela acelerou, "Gozar dentro, enche minha buceta", e eu gozei forte, jatos quentes enchendo ela, corpo tremendo todo, visão embaçada. Ela gozou logo depois, rola na minha mão explodindo leite grosso no meu peito, gemendo "Fodeeeu, ai caralho".
Ficamos ofegantes, ela me beijou suado, "Foi bom né? Nosso segredo, mas volta pra me comer mais", limpou rapidinho com a própria blusa, vestiu e quando minha mãe chegou, tava tudo normal, chimarrão na mesa.
Depois disso, toda visita dela eu ficava sozinho com ela um tempinho, mamava nos peitos sardentos, chupava a rola dela que era gostosa, doce no pré-gozo, e fodia ela de quatro, vendo a bunda branca empinada, tapas vermelhos na pele, ela gritando "Mais forte, seu moleque tarado". Uma vez até no quintal, de noite, risco pra caralho, mas tesão maior, ela de joelhos me chupando sob a luz da lua, boca gulosa.
Eu me sentia culpado às vezes, tipo "Sou viado agora?", mas não, era só tesão pela Ana, corpo perfeito, personalidade safada. Ela me ensinou tudo, como comer cu direito, engolir porra sem engasgar, e eu amava cada segundo, pau duro só de lembrar o cheiro dela, o som dos gemidos, a textura da pele branquinha com sardas.
Isso durou uns meses, até ela mudar de rua, mas eu nunca esqueço, véi. Ana, a travesti mais gostosa que já vi, que acabou com meu preconceito e me fez homem de verdade. Pra caralho de bom.
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