Em férias em família no hotel com vista para o mar, minha esposa Déia surge irresistível de biquíni fio dental, pronta para agitar a praia da Joaquina.
Essa aventura aconteceu a alguns anos atrás ainda quando estávamos começando a realizar nossas fantasias, foi uma experiência que nem nós acreditamos depois de tudo, mas foi impressionante.
Então foi assim, eu fui a trabalho para Florianópolis e iria ficar na cidade no mínimo 20 dias, como nessa época nossos filhos ainda eram pequenos e estariam de férias, e ainda tinha minha sogra que ainda morava conosco e a nossa funcionária então aproveitamos para tirar umas férias todos juntos, então no mesmo hotel fiz reservas para todos, eu e Déia ficamos num quarto suíte com vista pro mar, tipo daqueles que tem varanda grande e cama king size, já a sogra ficou com as crianças num quarto comunicante do lado, e a funcionária num simples ali perto pra ajudar com tudo, putz que alívio chegar lá depois da viagem de avião cansativa, o cheiro de maresia batendo na cara logo que saímos do táxi, o sol quente queimando a pele, e a Déia já toda animada olhando pros prédios altos e a praia da Joaquina ali do ladinho.
Chegamos no hotel no final da tarde, o pessoal do balcão super atencioso, entregou as chaves rapidinho, subimos pro quarto e eu já tava louco pra relaxar depois do trampo que me esperava, mas a Déia tipo "amor vamos pra praia agora mesmo", ela tava com aquele biquíni fio dental que mal cobria os peitos dela, redondos e empinados, tipo 38 anos mas corpo de 25, bunda empinada pra caralho de tanto squat que faz na academia, pele morena queimada de sol, cabelo preto solto ondulado, olhos castanhos safados que me deixam doido, e eu pensando véi como essa mulher é gostosa, a gente casado há 12 anos mas ainda transa todo dia como se fosse a primeira vez. As crianças, o menino de 6 e a menina de 4, tavam pulando de empolgação, a sogra arrumando as malas dela com cara de "finalmente umas férias", ela tem uns 60 mas ainda tá inteira, magrinha, cabelo curto grisalho, sempre quietinha mas atenta em tudo, e a funcionária, a Maria, uns 30 anos, baixinha tetuda, preta retinta com sorriso largo, que cuida da casa pra gente há anos e é tipo da família.
Primeiro dia fomos pra praia mesmo, eu com sunga preta apertada que marca o pau de 18cm quando fica meia bomba, Déia me olhando de canto de olho e rindo safada, as crianças correndo na areia molhada que grudava nos pés, barulho das ondas quebrando forte, cheiro de protetor solar misturado com sal, a gente armou o guarda-sol e ficou lá jogando frescobol, eu suando pra caralho no calor, sentindo o suor escorrendo pelas costas, Déia se jogando na bola e os peitões balançando, chamando atenção de uns caras ali perto, eu via mas ficava excitado tipo "olha só esses otários babando na minha mulher", era o começo das nossas fantasias, a gente falava em swing mas ainda só fantasiava, nada na real ainda. A noite voltamos pro hotel, janta no restaurante self service, cheiro de churrasco e frutos do mar, todo mundo cansado mas feliz, crianças dormiram cedo com a sogra contando história, Maria ajudando a arrumar, e eu com Déia no quarto, porta trancada, luz baixa, ela me empurrando na cama "tira essa roupa seu safado", beijando meu pescoço com língua quente úmida, cheiro do perfume dela misturado com suor do dia, eu chupando os mamilos rosados duros como pedra, ela gemendo baixinho "ai amor fode minha buceta que tá molhada desde a praia", eu metendo devagar sentindo a quentura apertada dela me engolindo, pau latejando, a gente transando olhando pro mar pela varanda aberta, vento fresco batendo na pele nua, gozando juntos ela cravando as unhas nas minhas costas, putz que delícia.
Os dias seguintes foram assim, eu saía cedo pro trampo na obra de um shopping ali em Floripa, voltava suado e empoeirado no final da tarde, família já na piscina do hotel ou na praia, eu chegava e mergulhava pra tirar o grosso, sentindo a água gelada na pele quente, Déia me esperando de biquíni molhado grudado, mamilos marcando, ela piscando "tá precisando de um banho particular?", a gente ria mas as crianças tavam por perto com sogra e Maria vigiando. Uma vez no terceiro dia, depois do almoço, sogra levou as crianças pra soneca, Maria foi lavar roupa no lavanderia do hotel, e a gente ficou sozinho na piscina vazia, sol forte batendo, água cristalina, Déia me chamou pro canto fundo "vem aqui amor", eu fui e ela já tava de mão na minha sunga apertando o pau meia bomba "tá duro véi, quer meter aqui na água?", coração acelerado, olhei pros lados ninguém, ela virou de costas encostando a bunda redonda na minha virilha, eu puxei o biquíni pro lado e enfiei devagar, água morna em volta, buceta dela escorregadia de tesão, ela mordendo o lábio pra não gemer alto, eu bombando devagar sentindo as ondas da piscina balançando a gente, cheiro de cloro forte, som abafado da água chapinhando, "porra Déia que tesão, imagina se alguém vê", ela rebolando "deixa verem, quero que vejam como tu me fode gostoso", gozei dentro dela forte, ela tremendo no orgasmo, saindo da piscina com porra escorrendo pela coxa misturada com água, a gente rindo culpados voltando pro quarto pra se trocar.
Mas a real aventura veio no sétimo dia, eu tinha folga no trampo, acordamos cedo, café da manhã no quarto com cheiro de pão na chapa e café forte, família toda animada pra ir pra praia da Daniela, que é mais deserta, areia branca fofa que afunda o pé, mar calmo verde esmeralda. Chegamos lá umas 10h, pouca gente, armamos tudo longe dos outros, crianças brincando de casinha na areia com baldes, sogra lendo revista debaixo do guarda-sol, Maria espalhando protetor nelas, eu e Déia deitamos de boa sentindo o sol quente assando a pele, suor brotando, ela me passando óleo nas costas com mãos macias escorregadias, descendo pra bunda e apertando "tá lindo esse cuzinho seu", eu virando de bruços pau duro roçando na canga, de repente ela sussurra "olha ali véi, aquele casal", uns 40 anos, ele bombado tatuado, ela loira peituda de biquíni minúsculo, montando guarda-sol uns 50 metros dali, mas olhando pra cá de vez em quando, Déia excitada "acho que eles tão de olho na gente, tipo casal liberal", coração disparado, nossas fantasias fervendo, a gente já tinha falado em se exibir pra outros.
Eu falei "vai lá conversa com eles amor", ela riu nervosa mas foi, balançando a bunda, eu vigiando de longe, vi ela chegando rindo, cumprimentando, sentando na canga deles, conversando animada, ele olhando pros peitos dela, ela pro pau marcado na sunga dele, uns 20 minutos depois ela volta olhos brilhando "eles são de Curitiba, se chamam Paulo e Lúcia, tão aqui de férias também, e véi, são swingers faz tempo, convidaram a gente pra tomar uma água na pousada deles que fica aqui perto", porra que frio na barriga misturado com tesão, sogra distraída com crianças, Maria cochilando, a gente falou "vamos?", coração batendo forte, pegamos as coisas rapidinho e fomos, caminhada de 10 minutos pela trilha na mata, cheiro de mato úmido e flores silvestres, som de pássaros e ondas ao fundo, chegando na pousada deles, bangalô isolado com piscina privativa, eles já tavam lá de roupão, cerveja gelada na mão "entrem galera, relaxem".
Sentamos na área externa, sol filtrado pelas árvores, cheiro de churrasqueiro acendendo, conversa rolando solta sobre viagens, fantasias, eles contando putarias que fizeram em praias nudistas, Déia corando mas rindo, eu sentindo o pau pulsar na sunga, Lúcia tipo "a gente adora casais iniciantes como vocês, sem pressão, só curtição", Paulo acenando pro quarto "quem quiser pode tirar a roupa, aqui é livre", Déia me olhou pedindo permissão com os olhos, eu assenti, ela tirou o biquíni devagar, peitos saltando livres, buceta depilada lisinha brilhando de suor e tesão, eles aplaudiram, Paulo tirou a sunga pau grosso meia bomba balançando, Lúcia peitos siliconados enormes, buceta inchada, eu tirei tudo pau duro apontando pro céu, primeiro beijo foi Déia com Paulo, ela de joelhos chupando ele guloso, som de saliva babando, língua rodando na cabeça, eu com Lúcia de quatro na espreguiçadeira, metendo forte sentindo a buceta dela folgada mas quentinha, cheiro de sexo no ar misturado com cloro da piscina, gemidos ecoando "ai que pau gostoso", "fode mais fundo", Déia olhando pra mim enquanto engolia o pau dele "tá gostando amor?", eu respondendo "pra caralho, te amo sua puta safada".
Troca de posição, eu fodi a Déia por trás enquanto ela chupava Lúcia, Paulo metendo na minha mulher ao lado, suor pingando, pele escorregadia colando, texturas de buceta apertada dela me apertando o pau, unhas dela cravando na minha coxa, orgasmo coletivo vindo, ela gritando "goza dentro de mim Paulo, enche minha buceta", ele jorrando forte, eu gozando na boca da Lúcia que engoliu tudo lambendo os lábios, a gente caindo exaustos na borda da piscina, água fresca espirrando nos corpos quentes, rindo ofegantes "putz que loucura véi, nem acredito". Ficamos lá mais uma hora conversando pós-sexo, trocando contatos, mas sem mais nada, voltamos pra praia como se nada tivesse acontecido, família nem percebeu, só perguntou "onde foram?", a gente "tomar uma água", coração ainda acelerado, pele arrepiada.
Os dias seguintes foram intensos, transávamos toda noite revivendo a cena, Déia mais solta "quero mais amor, vamos chamar eles de novo", mas eles foram embora no décimo dia, a gente continuou a viagem com mais ousadia, uma noite na varanda do hotel com porta aberta, eu comendo ela de pé olhando pro corredor vazio mas risco de alguém passar, gemidos abafados pelo vento, cheiro de maresia e porra recente, crianças dormindo do outro lado, sogra roncando, Maria quietinha no quarto dela. No final dos 20 dias, voltamos pra casa mudados, nossas fantasias agora reais, impressionante como uma viagem mudou tudo, nem nós acreditamos ainda hoje, mas foi pra caralho inesquecível.

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