Sávio sente o coração disparar ao ser chamado com urgência pela Dra. Mariana, sua chefe de corpo perfeito e olhar devassador, revivendo a noite selvagem no motel.
Nota do autor: este conto, quase um mea culpa, provém de entrevista com meu cunhado Sávio e situa-se entre as verdades e as consequências. A título de instrução adicional, recomendo a leitura do conto anterior, pois a leitura deste aponta para fatos mencionados naquele. No mais, por agora, façamos silêncio, pois o senhor do silêncio vai falar, rs.
A volta por cima
Narrado por Sávio
-Moleque, prepare o lombo. A Doutora mandou você parar de receber os processos e ir agora, pro gabinete.
-EU?
-Não, vovó, rsrs. Move your ass, meu filho!
-Mas Paulão...
-Nem mas nem meio mas, porque hoje, a Doutora está com o pau na mão, véi. Vai logo, senão ela vem aqui e explode tudo.
Putz, meu coração acelerou na hora. Eu tava ali no balcão do fórum, recebendo aqueles processos velhos que ninguém queria, suando pra caralho com esse calor de Curitiba em dezembro, e de repente o Paulão, meu colega de repartição, solta essa bomba. Doutora era a chefe, a Dra. Mariana, uma morena de uns 35 anos, corpo tipo modelo fitness, peitão empinado e bunda que balançava quando andava de salto. Mas não era só isso, véi. Ela tinha um olhar que fodia a alma da gente, sabe? Tipo, safado mas autoritário, daqueles que te faz baixar a cabeça e ao mesmo tempo imaginar ela de quatro.
Eu e ela... bom, isso é o que o conto anterior conta, né? Aquela noite no motel depois da festa do fórum, quando todo mundo tava bebado e a gente se escondeu no quarto 69, rs. Eu meti nela pra caralho, ela gemia alto, pedindo mais, cavalgando meu pau como se fosse o último da vida dela. Gozei dentro, sem camisinha, tipo idiota. Ela disse que tava no remédio, mas agora... agora eu tava com o cu na mão.
Levantei devagar, arrumei a camisa social que tava grudada no corpo de suor, e fui pro corredor. O gabinete dela ficava no final, porta de madeira escura, placa dourada: "Dra. Mariana Oliveira, Juíza de Direito". Bati de leve, coração batendo tipo tambor.
-Entra, Sávio.
A voz dela veio abafada, mas firme. Abri a porta e lá tava ela, sentada atrás da mesa enorme, óculos de armação fina no nariz, lendo uns papéis. Vestido azul justo, que marcava a barriga... espera, barriga? Ela tava de pé agora, vindo pra perto, e eu vi. Uma barriguinha saliente, tipo 4 ou 5 meses, redondinha, esticando o tecido. Meu pau deu um pulo involuntário, misturado com pânico.
-Senta aí, moleque., Ela apontou a cadeira, fechando a porta com chave. Clic.
Eu sentei, pernas moles. -Doutora, o que... o que eu fiz agora? Paulão disse que você tava puta.
Ela riu, um riso baixo, safado, sentando na beirada da mesa bem na minha frente. As coxas grossas dela se abriram um pouquinho, e eu vi a calcinha preta por baixo do vestido. Cheiro de perfume caro misturado com algo doce, tipo leite ou suor de grávida. -Puta? Não, Sávio. Preocupada. E animada. Olha pra mim.
Ela levantou o vestido devagar, tipo striptease lento, mostrando a barriga nua. Pele morena brilhando, esticada, com umas veias finas azuladas. O umbigo pra fora, fofo. Meu pau endureceu total, véi. -Tá vendo isso aqui? É teu, caralho. Fiz o exame de DNA ontem. Você me engravidou aquela noite.
-EU? Tipo, sério?, Minha voz saiu fina, culpada pra porra. Mas empolgada também, porque puta merda, gravidez dela era tipo troféu proibido.
-Sério pra caralho., Ela pegou minha mão e botou na barriga dela. Quente, firme, e de repente eu senti um chutezinho leve ali dentro. Meu filho. Ou filha. Meu pau latejava na calça, dolorido. -Você fodeu tudo, Sávio. Meu marido acha que é dele, mas eu sei a verdade. E agora, você vai dar a volta por cima, né? Vai assumir essa porra.
Eu tava sem ar, mão tremendo na barriga dela. A textura era macia, mas tensa, como um balão cheio. Cheiro dela subia forte agora, hormonal, excitante pra cacete. -Doutora, eu... eu não sei o que dizer. Mas... caralho, você tá linda assim. Grávida fica gostosa demais.
Ela sorriu, safada, e puxou minha cabeça pro peito dela. -Então mostra, moleque. Mostra que você merece essa barriga.
Eu não pensei duas vezes. Levantei, beijei a barriga inteira, lambendo o suor salgado, chupando o umbigo. Ela gemeu baixo, mão no meu cabelo. -Isso, Sávio... lambe teu filho aí dentro.
Meu pau tava implorando. Tirei a calça pra baixo, ele pulou pra fora, duro como pedra, babando pré-gozo. Ela viu e lambeu os lábios. -Vem cá, senta na cadeira de novo.
Eu obedeci, pau pra cima. Ela subiu em mim devagar, vestido arriado nos ombros, peitos enormes pulando pra fora. Mamilos escuros, inchados de grávida, durinhos. Ela guiou meu pau pra buceta dela, que tava encharcada, quente pra caralho. Desceu devagar, gemendo rouco: -Aiii, porra... teu pau ainda é grande desse jeito...
Sentou até o talo, barriga encostando no meu peito. Começou a cavalgar devagar, subindo e descendo, pau entrando e saindo com barulho de água. Sucção forte, buceta inchada de grávida apertando tudo. Eu agarrei a bunda dela, redonda e pesada agora, carne tremendo. -Doutora... pra caralho... você tá mais gostosa grávida...
Ela ria entre gemidos, acelerando. -Chama de Mari, seu puto. E fode essa grávida direito. Meu marido não me come assim há meses, ele tem medo de machucar o bebê.
Eu meti pra cima, forte, sentindo a barriga dela roçar no meu abdômen suado. Sons molhados enchendo o gabinete, cheiro de sexo misturado com papel de processo. Ela gozou primeiro, apertando tudo, gritinho abafado na minha boca enquanto eu chupava a língua dela. -Vai, Sávio... enche de novo... faz mais um irmãozinho...
Não aguentei. Gozei jatos grossos dentro, enchendo a buceta dela até vazar pelas coxas. Ela ficou ali, pulsando, barriga ofegante contra mim.
Depois, a gente se arrumou, suados, culpados mas felizes. -Agora, Sávio, você vai me ajudar com isso tudo. Visitas, dinheiro pro enxoval, e foda regular pra eu não enlouquecer de tesão hormonal. Entendeu?
-Sim, Mari., Eu beijei a barriga dela de novo, sentindo o chute. -Vou dar a volta por cima, véi. Por você e pelo moleque.
Saí do gabinete com as pernas bambas, Paulão me olhando torto no corredor. -E aí, sobreviveu?
-Sobrevivi pra caralho, irmão., Pisquei e voltei pro balcão, mas agora com um sorriso bobo. Gravidez muda tudo, né? Culpa vira orgulho, medo vira tesão. E eu, o otário que gozou sem camisinha, virei o cara da "volta por cima".
Mas isso foi só o começo. Os meses seguintes foram uma loucura. Toda semana eu inventava desculpa pro fórum pra ir no gabinete dela. Às vezes de dia, rápido na mesa, ela debruçada nos autos, eu metendo por trás enquanto ela assinava sentenças. A barriga crescendo, pesada, balançando a cada estocada. -Cuidado com o bebê, Sávio... mas não para, porra!
Eu lambia leite que vazava dos peitos dela, doce pra caralho, chupando enquanto fodia. Ela gemia: -Meu marido mama isso em casa, mas não sabe que é teu leite, rs.
Uma vez, no estacionamento subterrâneo, depois do expediente. Ela tava com 7 meses, barriga gigante, mal cabia no banco do carro. Me chamou pro banco de trás do Corolla dela. -Vem, Sávio. Tô inchada pra caralho hoje, preciso gozar.
Tirei a roupa dela com cuidado, barriga imensa, pele esticada brilhando de creme. Peitos do tamanho de melancias, vazando leite. Ela deitada de lado, eu atrás, pau escorregando na buceta molhada. Meti devagar, sentindo o bebê chutar perto do meu pau. -Caralho, ele sente você fodendo a mãe...
Gozei devagar, enchendo ela de porra quente. Ela virou, chupou o resto do meu pau, engolindo tudo. -Bom menino. Agora me leva pra casa, mas passa no mercado, preciso de morango pro meu tesão.
Meu irmão, marido dela? Ele tava nas nuvens, achando que era pai. Eu via nas festas de família, ela com a barriga enorme, me olhando de canto, mão na boceta disfarçada. No churrasco de domingo, ela me chamou pro quintal: -Sávio, me ajuda com a churrasqueira?
No fundo da casa, encostada na parede, vestido levantado. -Mete rápido, tô pingando leite e mel.
Fodi ela ali, 8 meses, barriga esmagando contra mim, peitos esguichando leite no chão de cimento. Gozei na boca dela dessa vez, ela engoliu rindo: -Pro bebê mamar papai hoje.
Parto foi foda. Ela me ligou escondido pro hospital. Eu fingi ser amigo da família, fiquei no corredor suando. Nasceu um menino, rosinha, olhos iguais aos meus. Meu irmão batizou de Pedro, achando que era cópia dele.
Depois, no quarto dela, marido dormindo na maca ao lado, ela me chamou pro banheiro: -Vem mamar, Sávio. Peitos explodindo.
No cubículo apertado, chupando leite quente enquanto ela punhetava meu pau. Gozei no chão, ela limpou com a boca. -Agora você é pai de verdade, moleque. Volta por cima completa.
Hoje, o Pedro tem 2 anos, engatinhando pela casa dela. Eu visito "como tio", mas fodo ela toda vez que dá. Ela tá pensando no segundo, disse que quer mais um meu. Meu irmão feliz da vida, sem desconfiar.
Culpa? Ainda sinto um pouquinho, mas o tesão e o orgulho ganham. Grávida é foda, véi. Muda o corpo, mas deixa a mulher puta pra caralho. E eu? Dei a volta por cima, assumindo sem assumir. Silêncio do senhor do silêncio, rs. Fim de papo.

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