Auto-Bondage no Bosque Proibido

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Auto-Bondage no Bosque Proibido

@molequetarado8 min de leitura
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Um jovem leva sua obsessão por amarras e risco ao limite em um bosque ao entardecer, onde o ar fresco e o perigo de ser pego inflamam seu tesão mais selvagem.

Eu era jovem quando o fato ocorreu.

Me lembro que adorava me amarrar, fantasiava as mais ousadas posições e punha em prática o que me vinha na mente, muitas das vezes não ocorria como eu planejava, tipo eu queria ficar todo contorcido de um jeito que doesse gostoso mas acabava só me machucando de leve ou soltando tudo rápido demais, mas o que mais me excitava era me arriscar em lugares abertos, e como não podia sair numa rua cheia de gente, aproveitava o entardecer em um bosque perto de minha casa pra minhas aventuras, aquele lugar era tipo um matagal com árvores altas e umas trilhas escondidas, o sol baixando deixava tudo alaranjado e o ar fresco batendo na pele nua já me deixava louco de tesão.

Eu ficava horas pensando nisso em casa, deitado na cama com o pau duro imaginando cordas apertando meus pulsos, tornozelos juntos, talvez uma mordaça pra não gritar, mas o risco de ser pego era o que me levava pro limite, sabe? Em casa era seguro demais, então um dia resolvi levar pro bosque, levei uma mochila com cordas grossas de algodão que eu tinha comprado num armarinho sem ninguém desconfiar, tipo aquelas de varal mas mais resistentes, e umas tesouras de unha escondidas caso desse merda.

Certa vez retirei toda minha roupa ali na entrada do bosque, o coração batendo forte pra caralho, o vento frio roçando nos mamilos e descendo pro saco que já tava encolhido de nervoso e tesão misturado, caminhei cerca de uns 500 metros mata adentro, pisando em folhas secas que faziam barulhinho crocante, o cheiro de terra úmida e mato me invadia as narinas, meu pau meia bomba balançando a cada passo, eu olhava pros lados o tempo todo achando que ia ver alguém vindo, mas tava vazio, só passarinhos piando e o sol se pondo devagar.

Cheguei num cantinho mais escondido, com umas árvores grossas e um tronco caído pra servir de base, tirei as cordas da mochila, as mãos tremendo um pouco de empolgação, primeiro prendi meus tornozelos, dando umas voltas firmes com a corda áspera mordendo a pele, não apertado demais pra não cortar a circulação mas o suficiente pra eu mal conseguir abrir as pernas, aí passei uma corda pela minha cintura, amarrei num galho baixo pra me manter no lugar quando caísse, e utilizando uma grande fiz uma espécie de laço onde colocaria minhas mãos e com o peso do meu corpo puxaria pra prender minhas mãos atrás das costas, tipo um mecanismo simples mas genial na minha cabeça de moleque tarado.

Minha idéia era ir caminhando até o laço que eu tinha pendurado num galho a uns 3 metros dali, com os tornozelos amarrados eu ia ter que dar passinhos curtos e engraçados, tropeçando nas raízes e folhas, o pau agora todo duro roçando nas coxas suadas, cada passo me deixando mais excitado, o suor escorrendo pelas costas, o cheiro do meu próprio corpo misturado com o mato, eu imaginava ficando preso ali horas, lutando pra me soltar enquanto o escuro caía e o risco de um cachorro ou um cara passeando me ver nu e amarrado me fazia gemer baixinho.

Comecei a andar, putz que delícia, os tornozelos puxando um pro outro, eu me curvava pra frente pra não cair, o laço balançando na minha frente como uma boca esperando me engolir as mãos, cheguei lá suando pra caralho, respiração ofegante, ajoelhei devagar e passei os braços pelas costas, encaixei os pulsos no laço, aí dei um passo pra trás e soltei o peso, a corda se apertou num estalo, minhas mãos presas firmes atrás, dorzinha boa nos ombros esticados, caí de joelhos na terra úmida, o tronco me impedindo de rolar pra longe, agora eu tava ali, nu, amarrado, pau latejando apontado pro céu, o entardecer pintando tudo de vermelho.

Fiquei um tempo só sentindo, o ar fresco lambendo minha pele exposta, os pássaros calando aos poucos, o silêncio do bosque me envolvendo, tentei mexer as mãos, a corda mordendo os pulsos, suava mais agora, o tesão subindo, comecei a me contorcer devagar, roçando o pau na própria coxa, gemendo "ah porra que tesão véi", imaginava uma mina me achando ali, me olhando com cara de safada, tocando em mim, mas era só fantasia, o risco real me deixava louco, ouvi um barulho distante, tipo galhos quebrando, congelei, coração na boca, será que alguém tava vindo? Fiquei paradão, pau murchando um pouco de medo, mas logo endurecendo de novo com a adrenalina.

Tentei me soltar, forcei os braços, os músculos doendo, a corda na cintura me mantendo preso no tronco, virei de lado, rolei na terra, folhas grudando no suor, o cheiro forte de podridão subindo, pau roçando no chão frio e úmido, quase gozei ali de tanto tesão, mas segurei, queria durar mais, rolei de volta, agora de bruços, o rosto na terra, tentei morder a corda dos tornozelos mas não alcançava, putz que frustração gostosa, horas se passaram assim, o céu escurecendo, lua aparecendo, frio aumentando, meus dentes batendo mas o pau ainda duro como pedra.

Finalmente, depois de muito esforço, suando e xingando baixo "vai caralho solta", consegui afrouxar um nó com os dedos dormentes, as mãos livres num alívio misturado com decepção, desfiz o resto devagar, os pulsos marcados vermelhos, marcas roxas começando, levantei tremendo, pau ainda meia bomba, olhei ao redor tudo escuro agora, corri de volta pros 500 metros tropeçando tudo, peguei a mochila e roupa na entrada, me vesti rápido com o coração disparado, cheguei em casa exausto, me joguei na cama cheirando a mato e suor, bati uma rapidinho lembrando de tudo e dormi como pedra.

Mas aquilo não parou aí, véi, virou vício, toda semana eu voltava pro bosque, testava posições novas, uma vez amarrei as coxas também, deixando só um buraco pro pau balançar livre, caminhei mais longe, uns 800 metros, o risco maior porque tinha uma trilha de bike perto, me prendi num jeito que ficava de quatro, cu pro ar, imaginando ser usado, o vento frio no ânus me arrepiando todo, lutei mais de duas horas pra soltar, marcas nos joelhos de tanto ralar na terra, gozei sem tocar, jatos quentes na barriga enquanto forcei os nós, porra que gozada épica.

Outra vez levei fita adesiva pra mordaça, amarrei boca primeiro, o gosto plástico na língua, grunhindo como animal, prendi num jeito mais elaborado, corda no pescoço solta mas conectada aos pulsos, toda puxada me enforcava de leve, tesão do caralho, quase desmaiei de falta de ar e prazer, soltei raspando com uma pedra afiada que achei no chão, as mãos sangrando um pouco mas valia cada segundo.

Eu era assim, jovem e tarado por bondage em lugar público, o bosque virou meu playground secreto, cada aventura mais ousada, mais risco, mais marcas no corpo pra eu admirar no espelho depois, esfregando loção e batendo punheta revivendo os cheiros, os sons, a textura das cordas na pele, o medo e o tesão misturados pra caralho. Tipo, ninguém nunca me pegou, mas o quase ser pego era o que me fazia voltar sempre, culpado mas empolgado, sabendo que da próxima ia ser ainda mais foda.

Com o tempo refinei as armadilhas, usava nós de escoteiro que aprendi na net escondido, mas mantinha simples pra ter chance de soltar sozinho, uma noite chuvosa levei capa mas tirei tudo molhado, a chuva fina batendo no corpo nu como agulhas gostosas, me amarrei de pé contra uma árvore, braços abertos em X, tornozelos na base, água escorrendo pelo pau como uma mão invisível, fiquei ali uma hora, trovões ecoando, relâmpagos iluminando meu corpo amarrado, gozei com a chuva na cara, soltei encharcado e feliz pra porra.

Teve uma vez que quase deu ruim de verdade, entardecer normal, montei a armadilha clássica, tornozelos, cintura, laço pras mãos, mas o nó da cintura escapou um pouco, quando puxei pro laço das mãos rolei pra um barranco baixo, caí de costas num monte de folhas, agora braços presos mas corpo inclinado pra baixo, sangue na cabeça, pau duro roçando numa raiz, tentei rolar pra cima mas escorregava, ouvi vozes distantes, tipo moleques brincando na trilha, congelei suando frio, eles passaram perto mas não viram, esperei eles irem embora e forcei como louco, dedo mindinho afrouxou o laço, livres as mãos, desfiz tudo tremendo, corri embora com arranhões nas costas, mas cheguei em casa e reli todo o ocorrido na mente, pau explodindo de novo.

Essas aventuras me marcaram pra sempre, véi, hoje em dia penso nelas e ainda sinto o tesão, as cordas ásperas, o cheiro de mato e suor, o som das folhas, o pavor delicioso de ser descoberto amarrado e nu, era tudo consensual comigo mesmo, eu sabia os riscos e amava cada segundo, jovem e imprudente mas putz que delícia, se eu pudesse voltava lá agora mesmo pra mais uma.

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